Tarouca regressou ontem ao passado com o II Cortejo Histórico.
Milhares de pessoas assistiram ontem na cidade de Tarouca ao II Grande Cortejo Histórico, uma organização da Câmara Municipal.
Mais de duas centenas de figurantes das Juntas de Freguesia e das Associações do concelho vestiram o fino guarda roupa das épocas e desfilaram pelas ruas da cidade juntamente com mais doze carros alegóricos, devidamente legendados, que fizeram regressar ao passado e à história da monumentalidade do lendário "Vale Encantado".
Quadros como a Romanização, a Carta de Couto cedida por D.Afonso Henriques aos frades de S.João de Tarouca, a Casa do Paço de Dalvares, a sagração do Mosteiro de S. João de Tarouca, a cedência de direitos reais ao concelho em 1272 por D.Afonso III, a autorização para a realização da Feira em Salzedas por D.João I, o Novo Foral outorgado por D.Manuel I, a importância do abade de Tarouca, Frei João Claro, a confirmação de Duarte de Menezes, senhor de Tarouca , mais tarde Vice Rei da Índia, em 1577, por D.Sebastião, a aclamação de D.Maria II, a nomeação de João Gomes Silva, conde de Tarouca, como embaixador de D.João V e a celebração dos 150 anos do nascimento de José Leite de Vasconcelos, marcaram a tarde de ontem em Tarouca.
De referir que a coordenação do cortejo histórico foi da responsabilidade do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal. O guião e pesquisa histórica pertenceu a Adelino Tito de Morais. O guarda Roupa foi cedido por Maria Adelina Branco Nunes de Viana do Castelo. Os carros alegóricos e as legendas estiveram a cargo da Desfilarte de Felgueiras.
segunda-feira, setembro 24, 2007
quarta-feira, setembro 05, 2007
Lamego: ATL da Santa Casa da Misericórdia de Lamego deu show na Avenida
"ATL" da Santa Casa da Misericórdia de Lamego deu show ontem à tarde no estúdio móvel da Rádio Douro Sul, na Av. Dr. Alfredo de Sousa, Lamego, durante a emissão em directo no programa "Diário das Festas", transmitido a partir daquele recinto, entre as 16h e as 18h00. Durante a emissão esteve presente o Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lamego, Prof. Doutor José Lopes, tendo aproveitado para falar sobre a Instituição que dirige. Foi ainda revelado por aquele dirigente que vai decorrer em Lamego uma iniciativa da equipa de psicólogos dos Centro de Acolhimento Temporário e Lar das Crianças Nossa Senhora dos Remédios da Santa Casa da Misericórdia de Lamego para a organização das I Jornadas subordinadas à temática da criança em risco e institucionalizada, a decorrer na sala de congressos do Hotel Lamego, no dia 28 de Setembro de 2007.
terça-feira, setembro 04, 2007
quinta-feira, agosto 30, 2007
São João da Pesqueira: 7 a 9 Setembro Vindouro
A Vindouro oferece uma viagem ao passado histórico do Douro e do vinho entre 7 e 9 de Setembro, em São João da Pesqueira, com recriações da época pombalina, leilões de vinhos e provas, anunciou hoje a organização.
Promovida pela Câmara de São João da Pesqueira e pela empresa Essência do Vinho, a Vindouro é uma iniciativa turística e vitivinícola que pretende dar a conhecer e descobrir o vinho e o Douro. “Quando começa a cheirar a mosto no Douro acontece a Vindouro”, afirmou ontem o presidente da Câmara de São João da Pesqueira, António Lima Costa, na apresentação do evento no Peso da Régua.
O concelho duriense recua quase três séculos no tempo até à época em que o marquês de Pombal criou a mais antiga região demarcada do mundo – o Douro – para ser palco de reproduções de mercados e cortejos do século XVIII.
Além de provas de vinhos e visitas guiadas pelas quintas, a Vindouro promove conversas sobre vinhos com a presença de «wine experts» e faz leilões de vinhos antigos e raros.
Um dos pontos altos da iniciativa é, segundo o autarca, o “jantar pombalino” no Palácio do Cidrô, que permitirá degustar um banquete preparado pelo chefe Luís Américo e, ao mesmo tempo, o convívio com os cortesão, enquanto serão declamados poemas com acompanhamento musical e coreografias de dança barroca e pantomina.
Na gastronomia barroca usavam-se grandes quantidades de especiarias e de ácidos, recorrendo a ingredientes como marmelo, limão, laranja ácida, vinagre e sumo de uvas verdes.
A organização espera a visita de milhares de pessoas durante os três dias. “No ano passado contamos com a presença de dez mil visitantes, número que esperamos poder duplicar este ano”, frisou António Lima Costa. O autarca salientou que a Vindouro ambiciona atingir “protagonismo a nível internacional”.
Clique para ver o video do ano anterior
Promovida pela Câmara de São João da Pesqueira e pela empresa Essência do Vinho, a Vindouro é uma iniciativa turística e vitivinícola que pretende dar a conhecer e descobrir o vinho e o Douro. “Quando começa a cheirar a mosto no Douro acontece a Vindouro”, afirmou ontem o presidente da Câmara de São João da Pesqueira, António Lima Costa, na apresentação do evento no Peso da Régua.
O concelho duriense recua quase três séculos no tempo até à época em que o marquês de Pombal criou a mais antiga região demarcada do mundo – o Douro – para ser palco de reproduções de mercados e cortejos do século XVIII.
Além de provas de vinhos e visitas guiadas pelas quintas, a Vindouro promove conversas sobre vinhos com a presença de «wine experts» e faz leilões de vinhos antigos e raros.
Um dos pontos altos da iniciativa é, segundo o autarca, o “jantar pombalino” no Palácio do Cidrô, que permitirá degustar um banquete preparado pelo chefe Luís Américo e, ao mesmo tempo, o convívio com os cortesão, enquanto serão declamados poemas com acompanhamento musical e coreografias de dança barroca e pantomina.
Na gastronomia barroca usavam-se grandes quantidades de especiarias e de ácidos, recorrendo a ingredientes como marmelo, limão, laranja ácida, vinagre e sumo de uvas verdes.
A organização espera a visita de milhares de pessoas durante os três dias. “No ano passado contamos com a presença de dez mil visitantes, número que esperamos poder duplicar este ano”, frisou António Lima Costa. O autarca salientou que a Vindouro ambiciona atingir “protagonismo a nível internacional”.
Clique para ver o video do ano anterior
quarta-feira, agosto 29, 2007
30 de Agosto 2007
22h00
Palco da Av. Dr. Alfredo de Sousa
FESTA DA RÁDIO DOURO SUL
Apresenta
22h00
Palco da Av. Dr. Alfredo de Sousa
FESTA DA RÁDIO DOURO SUL
Apresenta
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terça-feira, agosto 28, 2007
Montalegre:Congresso de Medicina Popular
Exorcismo, demónios, dietas e medicina popular são alguns dos temas do Congresso de Medicina Popular, entre 30 de Agosto e 3 de Setembro, em Vilar de Perdizes, Montalegre. O padre António Fontes continua a ser o grande dinamizador do evento.
O fundador dos congressos de medicina popular de Vilar de Perdizes, padre António Fontes, disse à Lusa que são esperadas milhares de pessoas no encontro, que vai abordar perto de uma dezena de temas.
Logo no primeiro dia, Telma Teixeira vai falar sobre as “Doenças Curadas pela Natureza”, e Simara explicará a “Terapia pelos Cristais”. No dia 31 o tema em debate é o exorcismo, com a apresentação do livro de Mestre Alves, estando ainda em destaque a “Nutrição e a Saúde” e “A Carne e a Saúde”.
No dia seguinte será a vez do francês Alan Leconte falar sobre “A Energia e o Amor”, seguindo-se uma palestra sobre “Os Demónios Todos Juntos”. “Dieta e Medicina Popular”, “As Plantas Medicinais da Serra Dos Paços” e “Novos dados sobre exorcismos” são os temas para sábado, 1 de Setembro.
Espalhados por cerca de 40 stands vão estar videntes, médiuns, massagistas, videntes, astrólogos, ervanárias, bruxos ou tarólogos. Quem quiser poderá ainda comprar livros, chás, fazer uma sessão de hipnose regressiva ou tirar uma foto da aura. O congresso de Vilar de Perdizes transformou-se em ponto de encontro de culturas, credos, medicinas, religiões, saberes, uma feira original, popular e erudita, um espaço para questionar métodos e crenças, novidades e antiguidades e uma ocasião para conhecer o país profundo, oculto e esquecido”, defendeu o padre Fontes.
António Fontes considera ainda a iniciativa como “uma forma de promover a região e a sua gastronomia, tradições e a sua paisagem”.
O padre António Fontes impulsiona há 25 anos o Congresso de Medicina Popular de Vilar de Perdizes, Montalegre, onde em Setembro se junta o sagrado ao profano e se reúnem curandeiros, bruxos, adivinhos ou ervanários. “A junção do sagrado e do profano protagonizado por um padre deu mais valia e chamariz ao congresso.
Foi como que a arte de sacralizar o profano e profanar o sagrado”, afirmou o sacerdote. António Fontes nasceu em Cambezes do Rio, uma aldeia do Barroso, próxima do Rio Cávado, em 22 de Fevereiro de 1940, tendo ingressado no Seminário de Vila Real em 1950, de onde saiu em 1960. Foi ordenado sacerdote em 1963.
António Fontes é um dos principais defensores da cultura popular da região do Barroso, onde a localidade se insere.
O sacerdote recordou que o congresso de Vilar de Perdizes nasceu numa altura em que as tradições e a medicina popular antiga estavam a cair em desuso devido à concorrência ou oposição da “medicina química ou moderna”.
“O primeiro congresso de medicina popular nasceu da necessidade de registar e dar a conhecer o uso da medicina caseira, tradicional, ainda muito válida, apesar da chegada em 1975 do Serviço Nacional de Saúde ao país e às minhas paróquias”, salientou. Em 1983 “revelaram-se Vilar de Perdizes e os seus congressos como ponto de encontro de culturas, credos, medicinas, religiões, saberes, uma feira original popular e erudita, um espaço para questionar métodos e crenças, novidades e antiguidades e uma ocasião para conhecer o país real, profundo, oculto, esquecido, marginalizado”.
Desde então, no primeiro fim de semana de Setembro repete-se o evento que, segundo o sacerdote, pretendeu “avivar a cultura morta - a medicina popular - e pôr no devido lugar a que surgia, dita científica, que não queria a sobrevivência da mãe a medicina Natural”.
Vinte e cinco anos depois, o objectivo da iniciativa mantém-se actual porque, segundo António Fontes, o congresso pretende dar a conhecer às pessoas “o valor da medicina popular e o poder das plantas para combater doenças”.
Durante quatro dias vão ser vendidos muitos quilos de chás para todos os males. A natureza oferece no Barroso e em alguns microclimas da região, como em Vilar de Perdizes, uma “variedade enorme” de ervas medicinais, aromáticas ou condimentares. É durante o congresso que Isabel Pita, 44 anos, vende a maior parte dos seus chás, licores ou compotas.
Há sete anos que esta habitante de Vilar de Perdizes colhe ervas para vender, depois, transformadas em chás através de conhecimentos “ancestrais” que diz ter aprendido com os seus avós. “Não tínhamos médicos nem farmácias e, por isso, havia que aprender a usar as ervas para nos curarmos”, recordou. Isabel Pita faz cerca de “70 a 80” chás diferentes e, além de possuir algumas ervas na horta junto a sua casa, também sobe às serras, pela hora do calor, para colher as “melhores plantas”.
Além dos chás, os milhares de pessoas que se deslocam ao congresso podem ainda encontrar pomadas ditas milagrosas ou mezinhas que tudo curam, receber massagens ou ouvir palestras por um misto de médicos, especialistas de medicinas alternativas ou doenças da mente e do espírito. Em Perdizes misturam-se ainda naturistas, bruxos e adivinhos e especialistas em curas espirituais, endireitas, cartomantes, ervanários.
Mas durante o resto do ano são também muitos os turistas que se deslocam a Montalegre para conhecer o “padre das ervas medicinais”.
Para acolher os muitos visitantes, António Fontes abriu um espaço de turismo rural em Mourilhe, no concelho de Montalegre. O hotel estende-se por uma casa antiga recuperada, oferecendo dezasseis quartos, biblioteca regionalista, uma capela e jardim espaçoso onde o sacerdote planta as suas ervas e podem ser ouvidas
muitas histórias, costumes e lendas.
É o próprio António Fontes que guia os visitantes pelos licores e chás caseiros ou que aconselha os roteiros e locais para visitar em Montalegre. “Aqui encontra o turista um reino maravilhoso de altitude, onde impera a água, a verdura variada das quatro estações do ano, o silêncio da natureza e das aldeias de dia e de noite, a paisagem e ar e céu limpo, leve, carregado de belas estrelas celestes e terrenas”, sublinha o padre.
Noticia: www.diariodetrasosmontes,com (Díário Trás Os Montes)
O fundador dos congressos de medicina popular de Vilar de Perdizes, padre António Fontes, disse à Lusa que são esperadas milhares de pessoas no encontro, que vai abordar perto de uma dezena de temas.Logo no primeiro dia, Telma Teixeira vai falar sobre as “Doenças Curadas pela Natureza”, e Simara explicará a “Terapia pelos Cristais”. No dia 31 o tema em debate é o exorcismo, com a apresentação do livro de Mestre Alves, estando ainda em destaque a “Nutrição e a Saúde” e “A Carne e a Saúde”.
No dia seguinte será a vez do francês Alan Leconte falar sobre “A Energia e o Amor”, seguindo-se uma palestra sobre “Os Demónios Todos Juntos”. “Dieta e Medicina Popular”, “As Plantas Medicinais da Serra Dos Paços” e “Novos dados sobre exorcismos” são os temas para sábado, 1 de Setembro.
Espalhados por cerca de 40 stands vão estar videntes, médiuns, massagistas, videntes, astrólogos, ervanárias, bruxos ou tarólogos. Quem quiser poderá ainda comprar livros, chás, fazer uma sessão de hipnose regressiva ou tirar uma foto da aura. O congresso de Vilar de Perdizes transformou-se em ponto de encontro de culturas, credos, medicinas, religiões, saberes, uma feira original, popular e erudita, um espaço para questionar métodos e crenças, novidades e antiguidades e uma ocasião para conhecer o país profundo, oculto e esquecido”, defendeu o padre Fontes.
António Fontes considera ainda a iniciativa como “uma forma de promover a região e a sua gastronomia, tradições e a sua paisagem”.
O padre António Fontes impulsiona há 25 anos o Congresso de Medicina Popular de Vilar de Perdizes, Montalegre, onde em Setembro se junta o sagrado ao profano e se reúnem curandeiros, bruxos, adivinhos ou ervanários. “A junção do sagrado e do profano protagonizado por um padre deu mais valia e chamariz ao congresso.
Foi como que a arte de sacralizar o profano e profanar o sagrado”, afirmou o sacerdote. António Fontes nasceu em Cambezes do Rio, uma aldeia do Barroso, próxima do Rio Cávado, em 22 de Fevereiro de 1940, tendo ingressado no Seminário de Vila Real em 1950, de onde saiu em 1960. Foi ordenado sacerdote em 1963.
António Fontes é um dos principais defensores da cultura popular da região do Barroso, onde a localidade se insere.
O sacerdote recordou que o congresso de Vilar de Perdizes nasceu numa altura em que as tradições e a medicina popular antiga estavam a cair em desuso devido à concorrência ou oposição da “medicina química ou moderna”.
“O primeiro congresso de medicina popular nasceu da necessidade de registar e dar a conhecer o uso da medicina caseira, tradicional, ainda muito válida, apesar da chegada em 1975 do Serviço Nacional de Saúde ao país e às minhas paróquias”, salientou. Em 1983 “revelaram-se Vilar de Perdizes e os seus congressos como ponto de encontro de culturas, credos, medicinas, religiões, saberes, uma feira original popular e erudita, um espaço para questionar métodos e crenças, novidades e antiguidades e uma ocasião para conhecer o país real, profundo, oculto, esquecido, marginalizado”.
Desde então, no primeiro fim de semana de Setembro repete-se o evento que, segundo o sacerdote, pretendeu “avivar a cultura morta - a medicina popular - e pôr no devido lugar a que surgia, dita científica, que não queria a sobrevivência da mãe a medicina Natural”.
Vinte e cinco anos depois, o objectivo da iniciativa mantém-se actual porque, segundo António Fontes, o congresso pretende dar a conhecer às pessoas “o valor da medicina popular e o poder das plantas para combater doenças”.
Durante quatro dias vão ser vendidos muitos quilos de chás para todos os males. A natureza oferece no Barroso e em alguns microclimas da região, como em Vilar de Perdizes, uma “variedade enorme” de ervas medicinais, aromáticas ou condimentares. É durante o congresso que Isabel Pita, 44 anos, vende a maior parte dos seus chás, licores ou compotas.
Há sete anos que esta habitante de Vilar de Perdizes colhe ervas para vender, depois, transformadas em chás através de conhecimentos “ancestrais” que diz ter aprendido com os seus avós. “Não tínhamos médicos nem farmácias e, por isso, havia que aprender a usar as ervas para nos curarmos”, recordou. Isabel Pita faz cerca de “70 a 80” chás diferentes e, além de possuir algumas ervas na horta junto a sua casa, também sobe às serras, pela hora do calor, para colher as “melhores plantas”.
Além dos chás, os milhares de pessoas que se deslocam ao congresso podem ainda encontrar pomadas ditas milagrosas ou mezinhas que tudo curam, receber massagens ou ouvir palestras por um misto de médicos, especialistas de medicinas alternativas ou doenças da mente e do espírito. Em Perdizes misturam-se ainda naturistas, bruxos e adivinhos e especialistas em curas espirituais, endireitas, cartomantes, ervanários.
Mas durante o resto do ano são também muitos os turistas que se deslocam a Montalegre para conhecer o “padre das ervas medicinais”.
Para acolher os muitos visitantes, António Fontes abriu um espaço de turismo rural em Mourilhe, no concelho de Montalegre. O hotel estende-se por uma casa antiga recuperada, oferecendo dezasseis quartos, biblioteca regionalista, uma capela e jardim espaçoso onde o sacerdote planta as suas ervas e podem ser ouvidas
muitas histórias, costumes e lendas.
É o próprio António Fontes que guia os visitantes pelos licores e chás caseiros ou que aconselha os roteiros e locais para visitar em Montalegre. “Aqui encontra o turista um reino maravilhoso de altitude, onde impera a água, a verdura variada das quatro estações do ano, o silêncio da natureza e das aldeias de dia e de noite, a paisagem e ar e céu limpo, leve, carregado de belas estrelas celestes e terrenas”, sublinha o padre.
Noticia: www.diariodetrasosmontes,com (Díário Trás Os Montes)
Mau tempo: Estado não apoia culturas afectadas
Técnicos da Direcção Regional de Agricultura do Norte estão a fazer o levantamento dos prejuízos causados pelo mau tempo que assolou o Norte do país, e a região de Trás-os-Montes em particular, no fim de semana passado, mas não há perspectivas de que os lesados venham a beneficiar de apoios estatais, avançou, ao JN, o director regional Carlos Guerra. "Aquilo que se tem verificado é que há situações pontuais de grandes prejuízos em alguns concelhos", disse.
No distrito de Bragança, os maiores estragos ocorreram no concelho de Vila Flor, de Mirandela e de Miranda do Douro; Carrazedo de Montenegro e Valpaços, no distrito de Vila Real, também apresentaram estragos consideráveis, assim como a zona de Penafiel. Os danos do mau tempo terão incidido mais na produção de castanha, vinha, fruta, olival e também o milho.
Carlos Guerra relembrou que, para este tipo de intempérie, há seguros de colheitas. "Grande parte dos agricultores atingidos não tem seguro agrícola, uma situação que é muito preocupante", sublinhou.
O responsável apontou como positivo, porém, a situação verificada na zona de Penafiel, onde os agricultores tinham um seguro colectivo de colheita e, neste caso, vão ver as suas colheitas cobertas e os danos minimizados. O director Regional de Agricultura do Norte relembrou que o seguro de colheita é subsidiado em cerca de 75% pelo Estado, sendo esta uma forma de garantir as colheitas.
De recordar que as eventuais medidas de excepção só são accionadas se as intempéries destruíssem a estrutura produtiva, como é caso de caminhos vicinais, muros ou destruição de terras agrícolas. O director regional avançou ainda que os técnicos estão no terreno desde o passado domingo, estando prevista a conclusão dos levantamentos dos prejuízos ao longo do dia de hoje.
Para já, ainda não há uma estimativa concreta dos danos causados pelo mau tempo, "mas não é tão grande com se chegou a temer". Aquele responsável garantiu, todavia, que "não há uma grande área com muitos prejuízos, há pequenas manchas localizadas com prejuízos avultados", afirmou.
Agora, o principal problema é que os agricultores que não têm seguros de colheita terão de ser eles próprios a suportar os prejuízos.
Noticia JN
No distrito de Bragança, os maiores estragos ocorreram no concelho de Vila Flor, de Mirandela e de Miranda do Douro; Carrazedo de Montenegro e Valpaços, no distrito de Vila Real, também apresentaram estragos consideráveis, assim como a zona de Penafiel. Os danos do mau tempo terão incidido mais na produção de castanha, vinha, fruta, olival e também o milho.
Carlos Guerra relembrou que, para este tipo de intempérie, há seguros de colheitas. "Grande parte dos agricultores atingidos não tem seguro agrícola, uma situação que é muito preocupante", sublinhou.
O responsável apontou como positivo, porém, a situação verificada na zona de Penafiel, onde os agricultores tinham um seguro colectivo de colheita e, neste caso, vão ver as suas colheitas cobertas e os danos minimizados. O director Regional de Agricultura do Norte relembrou que o seguro de colheita é subsidiado em cerca de 75% pelo Estado, sendo esta uma forma de garantir as colheitas.
De recordar que as eventuais medidas de excepção só são accionadas se as intempéries destruíssem a estrutura produtiva, como é caso de caminhos vicinais, muros ou destruição de terras agrícolas. O director regional avançou ainda que os técnicos estão no terreno desde o passado domingo, estando prevista a conclusão dos levantamentos dos prejuízos ao longo do dia de hoje.
Para já, ainda não há uma estimativa concreta dos danos causados pelo mau tempo, "mas não é tão grande com se chegou a temer". Aquele responsável garantiu, todavia, que "não há uma grande área com muitos prejuízos, há pequenas manchas localizadas com prejuízos avultados", afirmou.
Agora, o principal problema é que os agricultores que não têm seguros de colheita terão de ser eles próprios a suportar os prejuízos.
Noticia JN
Trás Os Montes: Mau tempo fez estragos

As freguesias de São João da Corveira e Carrazedo de Montenegro, Valpaços, solicitaram hoje ajuda à Direcção Regional de Agricultura do Norte para colmatar os prejuízos causados pelo mau tempo em «dezenas» de hectares de castanheiros.
O presidente da junta de freguesia de São João da Corveira, José Taveira, disse à Agência Lusa que uma espécie de «tufão», com chuva e ventos muito intensos, atingiu a zona da serra da Padrela cerca das 17:30 de sábado.
«Durante cerca de meia hora o mau tempo destruiu grande parte da área de souto das aldeias de Sobrado e Rio Bom e, devido à força do vento e da chuva, alguns castanheiros ficaram partidos ao meio e a produção de castanha seriamente afectada », salientou.
O mau tempo atingiu também a freguesia de Carrazedo de Montenegro tendo, segundo o presidente da junta local, Alípio Barreira, afectado uma «vasta área de souto», a principal fonte de rendimento da maioria das famílias destas localidades.
Alípio Barreira referiu que «só hoje os agricultores se aperceberam dos estragos» e foi solicitada ajuda à Direcção de Agricultura do Norte e ao Governo Civil de Vila Real.
«Pedimos aos técnicos para se deslocarem o mais rapidamente possível ao terreno para avaliarem os estragos e nos ajudarem a recuperar as árvores afectadas», referiu.
O autarca diz que «grande parte» da produção de castanha da Serra da Padrela esperada para este ano foi «afectada» e acrescentou que os estragos provocados nas árvores podem ainda «afectar as produções para os próximos anos».
A zona de Padrela é uma das três denominações existentes em Trás-os-Montes e Alto Douro e, conjuntamente com Soutos da Lapa e Terra Fria, corresponde a 85 por cento da produção de castanha nacional.
A produção de castanha ocupa 17% da exportação de frutos e representa um volume de negócios de cerca de 10 milhões de euros, em Portugal.
Os autarcas dizem que a passagem do mau tempo provocou ainda alguns estragos em habitações, levantando telhas e gerando pequenas inundações.
quarta-feira, agosto 22, 2007
Museu do Douro promove as tradicionais rogas

Retratadas na obra de Miguel Torga, as tradicionais rogas vão voltar a ser promovidas pelo Museu do Douro, a partir da segunda semana do próximo mês de Setembro. Para os que desconhecem, as rogas eram os ranchos de homens e mulheres que animavam o labor das vindimas com os seus cantares, ao som de bombos, ferrinhos, braguesas e concertinas - para lá de, evidentemente, também pisarem as uvas nos lagares.

Agora, em vez daqueles que ao longo do tempo foram realizando a vinícola tarefa, são crianças e jovens que vão participar activamente nas vindimas.
A acompanhá-los terão os textos do escritor duriense, tema central da manifestação, uma vez que se comemora o centenário do seu nascimento até ao final deste ano. Segundo a responsável pelo serviço educativo do Museu do Douro, Marisa Adegas, três escolas da zona do Porto já se inscreveram na iniciativa que tem lugar na Quinta Senhora da Graça, em Santa Marta de Penaguião. Para quem participar nas rogas, o dia inicia-se às 9.30 horas com uma recepção de boas-vindas aos alunos. Segue-se, à boa maneira de antigamente, um tradicional pequeno-almoço de batatas e bacalhau, forma encontrada de preparar o corpo para as tarefas que se avizinham, entre elas o cortar e posterior carregar dos cachos de uvas. No decorrer das actividades, os estudantes vão sendo surpreendidos por trechos da obra de Miguel Torga alusivos às vindimas no Douro.
Adolfo Correia da Rocha, nome de registo do escritor, nasceu a 12 de Agosto de 1907 em São Martinho de Anta, no concelho de Sabrosa. Sob o pseudónimo de Miguel Torga, é considerado um dos maiores vultos da literatura portuguesa do século XX. O autor sempre dedicou especial atenção ao ambiente em que viveu, que soube descrever com minúcia realista e efabulatória. Ao caracterizar as vindimas nos socalcos durienses, Torga refere o trabalho "árduo nesses degraus do Olimpo".
O Museu do Douro promove as rogas desde 2004. No ano passado, o evento contou com a presença de 50 crianças e jovens
Alijó: Câmara tenta reabertura da Estação do Pinhão

A Câmara Municipal de Alijó vai recorrer à Secretaria de Estado dos Transportes para tentar a reabertura da estação ferroviária do Pinhão, aos fins-de-semana e feriados, segundo noticia o JN na sua edição de hoje.
Alega que a Refer ficou de lhe apresentar, até final de Julho passado, a proposta de parceria para viabilizar tal pretensão, mas ultrapassado o prazo, e como não lhe adivinha a hora da chegada, tratará do assunto com a Tutela.
O braço-de-ferro entre Câmara e Refer começou em Abril deste ano, quando a Junta de Freguesia do Pinhão deu conta ao Município de que a empresa ferroviária tencionava encerrar o imóvel sob pretexto de a baixa procura não justificar o seu funcionamento naqueles dias específicos.
No dia 16 de Julho, os autarcas de Alijó e do Pinhão encontraram-se com responsáveis da Refer para lhes mostrar o seu descontentamento pela forma como o processo foi tratado e para lhes fazer ver a importância de manter a estação a funcionar todos os dias.
Segundo Artur Cascarejo, "a Refer comprometeu-se a arranjar um protocolo para viabilizar a abertura da estação". Só que a proposta "ainda não apareceu", não obstante ter sido definido o final do mês de Julho como o prazo razoável para o fazer, tendo em conta que Agosto é o mês de maior procura turística no Pinhão
Também ao JN a Refer, através do seu Gabinete de Comunicação, adiantou que não vê razões para a polémica levantada pela Autarquia de Alijó, porque na reunião de Julho "ficou acordado que disponibilizaria à Câmara uma chave da estação para poder aceder ao espaço". Ficou ainda estabelecido que "a chave poderia ficar à guarda do funcionário do posto de turismo" da Junta do Pinhão, que funciona no mesmo local, e que teria a seu cargo abrir o imóvel aos turistas.
Viseu: Castro Daire e Tondela com praias classificadas
O concelho de Castro Daire e o concelho de Tondela são os únicos no distrito com praias classificadas. O reconhecimento, feito por parte dos ministérios da Defesa Nacional e do Ambiente, do Ordenamento e do Desenvolvimento Regional, ocorreu no dia 9 de Agosto, com a publicação da portaria que define a lista oficial das 350 praias marítimas e 41 fluviais que respeitam os critérios de qualidade da água e segurança das pessoas.
Vila Real: Hospital da Trofa comprou esqueleto do Hotel do Parque
O Hospital da Trofa anunciou hoje a aquisição do Hotel do Parque, em Vila Real, que se encontra inacabado há mais de 27 anos, para nele instalar um hospital privado.
A notícia foi ontem avançada pela Rádio Universidade de Vila Real e confirmada à Agência Lusa pelo departamento de marketing do Hospital da Trofa, afirmando que o destino principal do inacabado hotel será a instalação de uma «moderna e excelente unidade hospitalar privada».
A fonte adiantou apenas que a unidade hospitalar a instalar em Vila Real será dotada de urgência, internamento e ambulatório.
O Hospital da Trofa, unidade hospitalar privada, abriu as portas a 08 de Março de 1999.
As iniciativas da autarquia de Vila Real para resolver o problema do Hotel do Parque já se desenvolviam há bastante tempo, tendo a sociedade Polis servido de intermediário entre os proprietários (residentes no Brasil) e os possíveis investidores.
Em Julho, alguns órgãos de comunicação social avançaram a possibilidade de o hotel ser adquirido por um grupo francês para a instalação de uma unidade hoteleira.
O Hotel do Parque, cuja estrutura inacabada começou a ser construída há mais de 27 anos, está instalado junto ao Parque Florestal da cidade e foi integrado no Plano de Pormenor do Bairro dos Ferreiros, do Programa Polis de Vila Real.
A solução apontada no plano de pormenor de Ferreiros passava pela manutenção do edifício como hotel, retirando-lhe dois pisos na parte virada para a Avenida 1º de Maio e outros dois na área voltada para o bairro de Ferreiros.
Os pisos superiores ficariam destinados a alojamento, dois dos andares inferiores destinados a estacionamento privativo do hotel e os outros três a estacionamento público, servindo os habitantes do bairro de Ferreiros.
Como o plano de pormenor previa a concretização de uma unidade hoteleira naquele espaço, a autarquia terá agora de aprovar uma alteração a este documento para a instalação de um hospital.
A construção do hotel iniciou-se em 1980, mas a obra nunca foi concluída, existindo actualmente apenas o esqueleto desta infra-estrutura.
O edifício foi deixado ao abandono e, apesar da vedação ali colocada pelos proprietários há já algum tempo, a estrutura tem sido ocupada por toxicodependentes.
Este local está também referenciado pelas autoridades de Saúde do distrito como pólo difusor de doenças, devido à presença frequente de seringas e outros artefactos usados pelos toxicodependentes
A notícia foi ontem avançada pela Rádio Universidade de Vila Real e confirmada à Agência Lusa pelo departamento de marketing do Hospital da Trofa, afirmando que o destino principal do inacabado hotel será a instalação de uma «moderna e excelente unidade hospitalar privada».
A fonte adiantou apenas que a unidade hospitalar a instalar em Vila Real será dotada de urgência, internamento e ambulatório.
O Hospital da Trofa, unidade hospitalar privada, abriu as portas a 08 de Março de 1999.
As iniciativas da autarquia de Vila Real para resolver o problema do Hotel do Parque já se desenvolviam há bastante tempo, tendo a sociedade Polis servido de intermediário entre os proprietários (residentes no Brasil) e os possíveis investidores.
Em Julho, alguns órgãos de comunicação social avançaram a possibilidade de o hotel ser adquirido por um grupo francês para a instalação de uma unidade hoteleira.
O Hotel do Parque, cuja estrutura inacabada começou a ser construída há mais de 27 anos, está instalado junto ao Parque Florestal da cidade e foi integrado no Plano de Pormenor do Bairro dos Ferreiros, do Programa Polis de Vila Real.
A solução apontada no plano de pormenor de Ferreiros passava pela manutenção do edifício como hotel, retirando-lhe dois pisos na parte virada para a Avenida 1º de Maio e outros dois na área voltada para o bairro de Ferreiros.
Os pisos superiores ficariam destinados a alojamento, dois dos andares inferiores destinados a estacionamento privativo do hotel e os outros três a estacionamento público, servindo os habitantes do bairro de Ferreiros.
Como o plano de pormenor previa a concretização de uma unidade hoteleira naquele espaço, a autarquia terá agora de aprovar uma alteração a este documento para a instalação de um hospital.
A construção do hotel iniciou-se em 1980, mas a obra nunca foi concluída, existindo actualmente apenas o esqueleto desta infra-estrutura.
O edifício foi deixado ao abandono e, apesar da vedação ali colocada pelos proprietários há já algum tempo, a estrutura tem sido ocupada por toxicodependentes.
Este local está também referenciado pelas autoridades de Saúde do distrito como pólo difusor de doenças, devido à presença frequente de seringas e outros artefactos usados pelos toxicodependentes
Lamego: 5 de Outubro reaberta ao trânsito para as Festas
Foto gentilmente cedida por Dr. Ricardo Pereira
A Av. 5 de Outubro, principal arruamento urbano da cidade de Lamego, já se encontra provisoriamente reaberta ao trânsito automóvel até ao encerramento das Festas em Honra de Nossa Senhora dos Remédios, de modo a garantir um melhor escoamento do tráfego automóvel numa altura em que são esperados milhares de visitantes vindos de todo o país.
A Av. 5 de Outubro vai tornar-se em breve uma via mais atractiva, moderna e funcional, após a conclusão das obras de requalificação que se iniciaram no dia 21 de Maio. A intervenção contempla a renovação integral das infra-estruturas de águas e saneamento, a instalação de rede de gás natural e a remodelação da iluminação pública e do mobiliário urbano. Com o objectivo de completar esta profunda renovação, também está a ser beneficiado o espaço público à superfície “em termos de atractividade e actualidade para os residentes da zona e utilizadores do comércio tradicional”.
A Av. 5 de Outubro está assim a receber a mais importante intervenção da sua história com o propósito de operar uma profunda transformação nesta zona urbana densamente povoada. “Não é aceitável que a principal rua urbana de Lamego possua infra-estruturas degredadas com mais de 20 anos. Por esta razão, o conjunto de requalificações que a Câmara Municipal de Lamego vai realizar ao nível da rede viária do concelho constituem uma prioridade da nossa gestão”, sublinha Francisco Lopes, Presidente da autarquia.
Fonte da noticia: Gabinete de Imprensa da C.M.Lamego
terça-feira, agosto 21, 2007
Lamego- A Romaria de Portugal
Lamego prepara-se para viver a Romaria de Portugal, em Honra de Nossa Senhora dos Remédios, a partir de quinta feira, dia 23. As Festas prolongar-se-ão até 9 de Setembro. As novenas no santuário dos Remédios terão inicio a 30 de Agosto. No dia 6 de Setembro, às 8h00, realiza-se a Procissão da Imagem de Nossa Senhora dos Remédios, do Santuário para a Igreja das Chagas. No dia 8 de Setembro as Festas atingem o auge com a realização da Missa Festiva às 10h00 no Santuário e à tarde, às 16h00, a Majestosa Procissão do Triunfo, da Igreja das Chagas para a Igreja de Santa Cruz.
Para este ano a comissão executiva das Festas preparou um completo programa de animação, a fim de levar a animação a toda a cidade. Assim, estão agendados espectáculos para os palcos da av. Dr. Alfredo de Sousa, Parque Isidoro Guedes, Jardim da Republica e Largo do Espírito Santo com: FILARMÓNICA GIL, MELANIE, EMANUEL, USKAD KASA, Iran Costa, Carla Maria, Carlos Manue, THE GIFT, AVÔ CANTIGAS, DAVID FONSECA, PADDY-B.& CELTIC EXPRESS, RUI VELOSO,e MICAELA. Para além dos concertos estão agendados cortejos como a Marcha Luminosa, Batalha de Flores, Cortejo Etnográfico e de Folclore, Concentração de Motards, Torneios e Encontros de diversas Associações Lamecenses, Eventos Culturais e Desportivos, sessões de Fogo de Artifício e Fogo Preso.
Na quinta - feira, a partir das 10 horas, um Arauto fará o convite à população lamecense para participar na Festa.
A Rádio Douro Sul, rádio Oficial das Festas vai também associar-se à Festa e vai ter em antena, a partir do dia 23, programação exclusiva dedicada à Romaria de Portugal.
Noticia Rádio Douro Sul
Direitos Resevados
Para este ano a comissão executiva das Festas preparou um completo programa de animação, a fim de levar a animação a toda a cidade. Assim, estão agendados espectáculos para os palcos da av. Dr. Alfredo de Sousa, Parque Isidoro Guedes, Jardim da Republica e Largo do Espírito Santo com: FILARMÓNICA GIL, MELANIE, EMANUEL, USKAD KASA, Iran Costa, Carla Maria, Carlos Manue, THE GIFT, AVÔ CANTIGAS, DAVID FONSECA, PADDY-B.& CELTIC EXPRESS, RUI VELOSO,e MICAELA. Para além dos concertos estão agendados cortejos como a Marcha Luminosa, Batalha de Flores, Cortejo Etnográfico e de Folclore, Concentração de Motards, Torneios e Encontros de diversas Associações Lamecenses, Eventos Culturais e Desportivos, sessões de Fogo de Artifício e Fogo Preso.
Na quinta - feira, a partir das 10 horas, um Arauto fará o convite à população lamecense para participar na Festa.
A Rádio Douro Sul, rádio Oficial das Festas vai também associar-se à Festa e vai ter em antena, a partir do dia 23, programação exclusiva dedicada à Romaria de Portugal.
Noticia Rádio Douro Sul
Direitos Resevados
segunda-feira, agosto 20, 2007
domingo, agosto 19, 2007
Artista lamecense expõe no Dolce Vita em Vila Real

O pintor lamecense José António Gomes Ferreira expõe no Dolce Vita, em Vila Real.
Na galeria, junto à Zara, podem ser apreciadas algumas das pinturas que recentemente estiveram no Museu de Lamego.

Nascido em Lamego a 15 de Fevereiro de 1960, José António Gomes Ferreira define-se como um autodidacta. A inspiração assalta-o e sempre que o seu tempo o permite dedica-se à pintura.
Obstinado pela pintura, tem por objectivo aprofundar os seus conhecimentos e aproximar-se de correntes de expressão plástica contemporâneas.
José António Gomes Ferreira, depois de 32 anos de paixão pela pintura encara-a como um meio de expressão privilegiado para “moldar sentimentos” e “procurar a perfeição” de modo a que se transforme na sua principal actividade.
Noticia Rádio Douro Sul
Direitos Reservados
Caretos de Lazarim divulgam tradição no Festival de Verin

Foto gentilmente cedida por Dr. Ricardo Pereira
Os caretos de Lazarim marcaram presença, no primeiro Domingo de Agosto, no Festival Internacional da Palavra em Verin com o objectivo de divulgar, junto do público galego, a essência de um dos Carnavais mais típicos do país.
Acompanhados por um grupo de bombos e pelas concertinas do Douro Sul, os caretos de Lazarim interagiram com a população local na zona velha da cidade, num palco montado perante algumas centenas de pessoas, no qual foi encenada a leitura do testamento com alguns versos feitos propositadamente para a ocasião. Seguiu-se uma actuação do grupo de concertinas do Douro Sul que também obteve uma entusiástica receptividade por parte do público presente. Os caretos de Lazarim encerraram o Festival Internacional da Palavra de Verin com “chave de ouro”.
A presença dos Caretos de Lazarim neste certame internacional surgiu na sequência de um convite que a Progestur recebeu da Embaixada de Portugal em Espanha e do Consulado Português em Verin, e do apoio disponibilizado pela Câmara Municipal de Lamego, pelo Concello de Verin e pela Região de Turismo Douro Sul.
Fonte: Gabinete de Imprensa da Câmara de Lamego
Férias divertidas para crianças e jovens do concelho de Lamego
As crianças e jovens do concelho de Lamego, com idades compreendidas entre os 6 e os 14 anos, ocuparam as suas férias de Verão de uma forma saudável e bastante divertida, participando nas actividades do programa “Verão Desportivo”, que decorreu ao longo do mês de Julho, no Pavilhão Álvaro Magalhães. Esta iniciativa alcançou um grande sucesso contando com a adesão de cerca de 500 participantes.
Com o apoio da Escola Secundária/3 de Latino Coelho, o leque de actividades do programa “Verão Desportivo” foi bastante abrangente, proporcionando às crianças e jovens experiências únicas, através da criação de laços de amizade e camaradagem entre os participantes e do ensinamento de valores de convivência e respeito pelos outros. A alegria e o empenho também foram uma constante durante a prática de um vasto leque de actividades desportivas (futebol, andebol, hóquei em campo, jogos tradicionais, teatro, expressão plástica, rugby, entre muitas outras).
A Câmara Municipal e a empresa municipal “Lamego ConVida”, devido à importância da prática desportiva no processo de formação cívica dos mais novos, prometem continuar a apresentar no futuro mais programas aliciantes de ocupação de tempos livres que visem a promoção de acções de elevado valor educativo, moral e de riqueza de acção motora.
Fonte: Gabinete de Imprensa da Câmara de Lamego
Com o apoio da Escola Secundária/3 de Latino Coelho, o leque de actividades do programa “Verão Desportivo” foi bastante abrangente, proporcionando às crianças e jovens experiências únicas, através da criação de laços de amizade e camaradagem entre os participantes e do ensinamento de valores de convivência e respeito pelos outros. A alegria e o empenho também foram uma constante durante a prática de um vasto leque de actividades desportivas (futebol, andebol, hóquei em campo, jogos tradicionais, teatro, expressão plástica, rugby, entre muitas outras).
A Câmara Municipal e a empresa municipal “Lamego ConVida”, devido à importância da prática desportiva no processo de formação cívica dos mais novos, prometem continuar a apresentar no futuro mais programas aliciantes de ocupação de tempos livres que visem a promoção de acções de elevado valor educativo, moral e de riqueza de acção motora.
Fonte: Gabinete de Imprensa da Câmara de Lamego
terça-feira, agosto 07, 2007
Festas da cidade de Lamego 2007

Lamego celebra as Festas em honra de Nossa Senhora dos Remédios de 23 de Agosto a 9 de Setembro. As festividades religiosas têm inicio a 30 de Agosto, às 6h30 com a celebração do Ângelus e Oração da manhã, exposição do Santíssimo Sacramento, com citação do terço e bênção no Santuário e às 7h00 a celebração da Eucaristia. No dia 6 de Setembro às 8h00 realiza-se a Procissão da Imagem de Nossa Senhora dos Remédios, do Santuário para a Igreja das Chagas. As festividades religiosas antingem o seu ponto alto no dia 8 de Setembro com a realização da Missa Festiva às 10h00 no Santuário e à tarde, às 16h00, a Procissão do Triunfo da Igreja das Chagas para a Igreja de Santa Cruz. No final da Procissão será prestada uma Guarda de Honra a Nossa Senhora dos Remédios por uma Força Militar do Centro de Tropas de Operações Especiais na Parada daquela Instituição Militar.
A comissão executiva das Festas da cidade preparou um vasto programa de animação, visando levar a animação a toda a cidade, como vem acontecendo nos últimos anos, com a realização de alguns espectáculos por diversos palcos da cidade.
FILARMÓNICA GIL, MELANIE, CORO SOLEMNIS, EMANUEL, FESTIVAIS DE FOLCLORE, FADOS DE COIMBRA, USKAD KASA,THE GIFT, AVÔ CANTIGAS, ORQUESTRA LIGEIRA DA CÂMARA MUNICIPAL DE TAROUCA, DAVID FONSECA, PADDY-B.& CELTIC EXPRESS, THE SZABOLCS MAJORET & BRÁS BAND, RUI VELOSO, MEDCAVE, X PROBLEMAS, GRUPO NOVA COR e MICAELA fazem parte dos espectáculos oferecidos pela organização aos lamecenses e a quem visita Lamego nesta altura do ano. Outros eventos estão agendados como a Marcha Luminosa, Batalha de Flores, Cortejo Etnográfico e de Folclore, Concentração de Motards, Torneios e Encontros de diversas Associações Lamecenses, Eventos Culturais e Desportivos, sessões de Fogo de Artifício e Fogo Preso.
Bons motivos para visitar Lamego de 23 de Agosto a 9 de Setembro.
A Rádio Douro Sul, como Rádio Oficial das Festas da cidade de Lamego 2007, dará a conhecer dentro de dias a programação pormenorizada.
Noticia Rádio Douro Sul
Direitos Reservados
Imagem gentilmente cedida pela
Comissão Executiva das Festas de Lamego 2007
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