quinta-feira, março 13, 2008
Os 15 autarcas que integram a chamada NUT III- Trás-os-Montes reuniram-se em Bragança para ultimar um programa de acção intermunicipal para aproveitarem em conjunto as verbas do novo quadro comunitário de apoio.
Da reunião saiu uma posição de protesto contra os critérios de distribuição dos fundos comunitários, em que acusam a Comissão de Coordenação da Região Norte (CCDR-N) de ser "fechada e centralista".
A CCDR-N é a entidade que gere e vai dividir os cerca de 1,5 mil milhões de euros que couberam ao programa Operacional (OP) da região Norte no âmbito do Quadro de Referência Estratégica Nacional QREN).
Parte deste dinheiro será contratualizado com os novos órgãos municipais que está previsto serem criados e que corresponderão às chamadas NUT.
A percentagem prevista para entregar aos municípios é de 24, 3 por cento do Programa Operacional- Norte, cerca de 338 milhões de euros, considerada insuficiente pelos autarcas transmontanos.
Segundo o anfitrião da reunião, o presidente da Câmara de Bragança, Jorge Nunes, "faz sentido que a CCDR-N transfira para os municípios gerirem uma percentagem igual à que recebeu da Administração Central".
As comissões regionais receberam 37,2 por cento dos 17.413 mil milhões de euros atribuídos pela União Europeia a Portugal para a convergência das regiões.
Os 15 municípios transmontanos exigem que no Norte seja reservada uma quota idêntica para contratualizar directamente com as NUT III, o que corresponderia a mais de 517 milhões de euros.
A fatia reclamada pelos autarcas desta região é mais modesta, cerca de 34 milhões de euros para a NUT III- Trás os Montes.
Esta posição vai ser enviada à CCDR-N, ministro do Ambiente, primeiro-ministro e Presidente da República.
Exigem ainda que sejam excluídas desta fatia as verbas destinadas à requalificação da rede escolar, que pretendem negociar autonomamente.
Os fundos da União Europeia que os municípios vão gerir directamente correspondem a uma pequena parte da totalidade das verbas disponíveis e acessíveis através de outros programas e instrumentos financeiros.
Os 15 municípios da NUT-Trás-os-Montes identificaram necessidades para a região no valor de 690 milhões de euros.
Apesar de o QREN exigir projectos de âmbito supra-municipal, o programa elaborado por estes autarcas resulta de vários projectos concelhios.

Realizou-se em Malta, a segunda reunião da I Comissão Permanente da Assembleia Parlamentar do Mediterrâneo “Comissão para a Cooperação Política e de Segurança”, e a reunião inaugural da Comissão Ad-hoc sobre Matérias Regionais e o Médio Oriente.
Da agenda da reunião destacam-se alguns temas: ameaças à estabilidade regional; governação, controle democrático das forças armadas e supervisão parlamentar dos recursos militares e de defesa; medidas de confiança para promoção da paz e da segurança; combate contra o crime organizado; a energia como uma estratégia do Mediterrâneo.
Em representação da Assembleia da República de Portugal esteve presente o Presidente da Delegação da AR à APM, Deputado José Junqueiro que foi eleito, por unanimidade, Vice-Presidente desta I Comissão Permanente, por iniciativa da Palestina, Sérvia e Argélia.
No âmbito dos trabalhos realizados foram igualmente debatidos os termos de referência do Grupo de Trabalho sobre Energia. Tendo em consideração a intervenção apresentada pelo Deputado José Junqueiro sobre “A energia como estratégia do Mediterrâneo”, foi o mesmo convidado a integrar este Grupo de Trabalho como co-relator, em parceria com o representante do Egipto.

O presidente do Instituto Politécnico de Viseu, João Pedro Barros, considerou ilegal a reunião da Assembleia de terça-feira, onde lhe foram dadas 48 horas para declarar o interesse público das eleições para escolher o seu substituto.
Para terça-feira à tarde estava marcada uma reunião da Assembleia do Instituto que tinha como objectivo a eleição do novo presidente, mas João Pedro Barros desconvocou-a na véspera, para esperar pela decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Viseu relativamente a uma providência cautelar interposta por um grupo de professores.
Estes professores alegaram que o acto eleitoral foi promovido com base na Lei da Autonomia dos Institutos Politécnicos, já revogada pelo Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (Lei nº 62/2007 de 10 de Setembro).
Ainda que defenda que as eleições para o seu substituto devam ser feitas de acordo com a nova lei, só depois de o IPV e de as suas escolas terem prontos os novos estatutos, João Pedro Barros garantiu ontem aos jornalistas que acatará qualquer que seja a decisão do tribunal.
Segundo João Pedro Barros, "se o tribunal disser aos professores (que interpuseram a providência cautelar) que não têm razão e que, por isso, devem ser marcadas eleições, eu, dez minutos depois, estou a marcá-las".
O que João Pedro Barros disse não estar disposto a aceitar são os "golpes" de "um pequeno grupo de professores e de alguns funcionários".
Criticou, por isso, que, ainda que tenha desconvocado a Assembleia de terça-feira - através de e-mail enviado em primeiro apenas aos conselhos directivos das escolas do IPV e depois a todos os elementos que a constituem -, se tenha realizado na mesma uma reunião.
João Pedro Barros lembrou que, no ano passado, tendo surgido dúvidas quanto ao processo eleitoral uma vez que estava prestes a sair a nova lei, foi pedida opinião ao ministro, que "demorou algum tempo a responder e disse “façam eleições".
Garantindo não ter qualquer intenção de se manter no cargo, até porque aguarda uma resposta ao pedido de reforma, João Pedro Barros decidiu esclarecer a sua posição numa carta aberta aos membros da Assembleia do IPV e à comunidade.
João Pedro Barros - que em 1985 foi nomeado presidente da comissão instaladora do Instituto Politécnico e, posteriormente, reeleito três vezes - não poderá voltar a concorrer ao cargo.
Os dois candidatos são Fernando Sebastião, que nas últimas eleições para a presidência tinha sido derrotado por João Pedro Barros, e Daniel da Silva, vice-presidente do Instituto.
quarta-feira, março 12, 2008
ESTGL vai contar história dos monumentos em painéis informativos

Foto da Sé de Lamego cedida por Dr.Ricardo Pereira
Os turistas que chegam ao concelho de Lamego, em cada vez maior número, dispostos a partirem à descoberta do seu valioso património arquitectónico enfrentam quase sempre a ausência de informação detalhada sobre estes monumentos. Uma lacuna que defrauda as expectativas de todos os visitantes e que é particularmente grave devido ao facto do Município de Lamego possuir um dos mais importantes acervos históricos do país. A Câmara Municipal de Lamego pretende agora solucionar este problema, que se arrasta desde há muitos anos, colocando painéis de sinalética junto dos principais monumentos do concelho que vão descrever a história do imóvel.
Dr.Álvaro Bonito, director da ESTGL e Engº Francisco Lopes, presidente da Câmara de Lamego.
Foto cedida por Dr.Ricardo Pereira
O primeiro passo para concretizar este objectivo foi dado, a 7 de Março, com a celebração de um protocolo de colaboração entre a autarquia e a Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Lamego (ESTGL), através do qual esta instituição se compromete a elaborar, no âmbito das suas competências técnico-científicas, os textos informativos que vão constar nos painéis de sinalética.
A colaboração técnico-científica estabelecida entre as duas entidades enquadra-se num quadro de cooperação mais alargado e que tem vindo a ser estimulado com o desenvolvimento de novas parcerias, de modo a criar maiores sinergias entre as principais instituições do concelho de Lamego.
Semana da Floresta arranca em Castro Daire

A Semana da Floresta teve início ontem, dia 10 de Março, e termina na próxima sexta-feira com diversas acções previstas ao longo da semana.
Esta Semana Florestal arrancou com a reunião da Comissão Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios de Castro Daire (CMDFCI).
Nesta reunião além dos representantes da Câmara Municipal, estiveram ainda presentes os Bombeiros Voluntários de Castro Daire e Farejinhas, a GNR de Castro Daire, o Centro de Instrução de Operações Especiais de Lamego (CIOE), A Direcção-Geral dos Recursos Florestais (DGRF), a Associação de Produtores Florestais de Montemuro e Paiva, um representante das Juntas de Freguesia do Concelho e o Comandante Operacional Distrital.
Esta reunião serviu para fazer um balanço das medidas tomadas pelos diversos Organismos na prevenção florestal, nomeadamente a Autarquia, tendo sido também apresentado e aprovado um Plano de Fogo Controlado, que contempla 5 freguesias do Concelho, abrangendo a Serra de Montemuro. Estas acções de fogo controlado serão realizadas pela Eng.ª Marília Almeida, técnica credenciada para a realização de Fogo Controlado.
A CMDFCI teve ainda oportunidade de visitar o Projecto de Criação de Faixas de Protecção aos Aglomerados Populacionais, efectuado pela autarquia e que tem como objectivo a criação de uma faixa de protecção de 100 metros em redor dos aglomerados populacionais. Neste projecto foram contempladas todas as freguesias do Concelho, estando alguns dos trabalhos ainda em curso. A CMDFCI pôde assim visitar alguns dos trabalhos já realizados e pôde também visualizar a forma como decorrem esses mesmos trabalhos.
Verdadeiramente impressionados com o trabalho realizado, a CMDFCI elogiou o trabalho da Autarquia, apontando-a como um exemplo a seguir por outros municípios e esperando que estas iniciativas sirvam para uma maior segurança, quer da floresta quer das próprias populações.

Para ontem estava marcada uma reunião da Assembleia do Instituto Politécnico de Viseu que tinha como ponto único a eleição do novo presidente mas, após ter recebido segunda-feira um requerimento do Tribunal Administrativo e Fiscal de Viseu de "pedido de suspensão de eficácia de acto administrativo relativo ao processo eleitoral", João Pedro Barros determinou a não realização das eleições.
A providência cautelar tinha sido interposta por um grupo de professores que alegavam o facto de o acto eleitoral ter sido promovido com base na Lei da Autonomia dos Institutos Politécnicos, que foi substituída pelo Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (Lei nº 62/2007 de 10 de Setembro).
A reunião da Assembleia do Instituto acabou por se realizar na mesma, ainda que não com o fim que estava previsto.
Não estando presente João Pedro Barros, foi constituída uma mesa presidida pelo autarca de Mortágua Afonso Abrantes (PS), que integrava mais seis elementos, nomeadamente os presidentes do conselho de administração do Hospital de Viseu, da Associação de Cegos e Amblíopes de Portugal e o sub-director regional do Instituto Português da Juventude.
A acta da reunião, com sete folhas de presenças com mais de cem nomes, refere ter sido aprovada por unanimidade a proposta de suspender a Assembleia por 48 horas, de modo a que João Pedro Barros "possa ainda, e em tempo, proceder de acordo com as determinações constantes" num ofício do gabinete do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.
No documento, datado de segunda-feira e com a indicação de "Muito urgente", o chefe de gabinete do ministro referia ter tido conhecimento que fora decretada uma providência cautelar mas que o governante "considera de crucial importância para a estabilidade e normalização do funcionamento da instituição" a realização das eleições "conforme calendário definido pela assembleia eleitoral" e a "célere" conclusão do processo.
Neste âmbito, dava conta de que o ministro entende que João Pedro Barros "deve proferir resolução fundamentada", ao abrigo do artigo 128º do Código do Processo nos Tribunais Administrativos, "sustentando as razões de interesse público que impedem a produção do efeito suspensivo da providência cautelar decretada" sobre o processo eleitoral.
Na mesma Assembleia foi ainda aprovada por maioria (com duas abstenções) outra proposta, pedindo a intervenção do ministro "por forma a ser possível" que a reunião de ontem seja retomada às 15:00 de amanhã, quinta-feira.
Acautelando a possibilidade de esta deliberação não produzir efeito, foi aprovado, por unanimidade, um ofício dirigido a João Pedro Barros a solicitar a convocação de uma reunião extraordinária da Assembleia do Instituto, que terá como ordem de trabalhos a declaração de interesse público da realização da eleição para a presidência e a concretização deste acto.
João Pedro Barros, em declarações à Lusa, questiona como pode ir "contra o tribunal" e lembra que tem "um prazo de 15 dias para declarar a utilidade pública".
"Respeito integralmente as leis. Quando este problema estiver resolvido no tribunal, as eleições serão logo marcadas", garantiu, acrescentando que a providência cautelar "já está entregue a um advogado" e que tem também um prazo de dez dias para recorrer.
João Pedro Barros - que em 1985 foi nomeado presidente da comissão instaladora do Instituto Politécnico e, posteriormente, reeleito três vezes - não poderá voltar a concorrer ao cargo.
Garantiu ter interesse em que, assim que possível, aconteça a eleição para o seu substituto, uma vez que está à espera da reforma.
Os dois candidatos são Fernando Sebastião, que nas últimas eleições para a presidência tinha sido derrotado por João Pedro Barros, e Daniel da Silva, vice-presidente do Instituto. O primeiro reclama a realização urgente de eleições até porque, como disse ontem à Lusa, as providências cautelares podem arrastar-se anos nos tribunais, "com recurso em cima de recurso".
Por seu turno, Daniel da Silva defende que, atendendo ao período de mudança que se vive (devido ao novo Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior), com o Instituto e as suas escolas a necessitarem elaborar urgentemente os seus estatutos, seria mais benéfico para a instituição que os actuais dirigentes "prolongassem, por mais uns meses, o seu mandato".
Neste âmbito, justifica ter decidido avançar com "uma candidatura para desempenhar as funções até à homologação dos estatutos e constituição dos órgãos do Instituto e das escolas".
De acordo com os responsáveis, a execução do projecto denominado "Ensinar Saúde Bragança" deverá arrancar no próximo ano, com conclusão prevista para dentro de dois anos e meio.
Este grupo está ligado ao ensino e servidos privados da saúde no norte do país sobretudo na zona do Vale do Sousa e Ave.
Nasceu de uma cooperativa de ensino superior, há 25 anos, alargando a sua actividade à formação contínua, investigação e prestação de serviços de saúde.
O grupo emprega actualmente cerca de 600 pessoas, a maioria docentes, e propõe-se criar mais de 300 postos de trabalho em Bragança.
O protocolo que estabelece as parcerias deste projecto foi assinado hoje e envolve, além das empresas do grupo, nomeadamente a NovaSaúde, a Câmara Municipal e o ISLA-Bragança.
O ISLA transferiu o alvará de ensino que detinha para esta cidade e as actuais instalações e terrenos, onde será instalada o novo projecto
segunda-feira, março 10, 2008
De acordo com o decreto-lei, introduz-se um sistema de classificação assente na atribuição de uma a cinco estrelas (que não é aplicado às unidades de turismo rural). Para além dos requisitos físicos, a classificação passa a depender da qualidade dos serviços prestados. As categorias terão de ser revistas de quatro em quatro anos.
José Luís Gaspar foi candidato do partido nas eleições de Dezembro de 2001, tendo ficado a menos de dois mil votos do candidato do Partido Socialista e actual presidente da câmara, Armindo Abreu.
Exerceu o mandato de vereador entre 2002 e 2005, período durante o qual exerceu também as funções de administrador no Hospital de S. Gonçalo, numa altura em que passou a ter o estatuto de entidade empresarial.
Actualmente é quadro superior da Associação Empresarial de Amarante.
Nas autárquicas de 2005, o PSD local optou por candidatar Luís Ramos, professor na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD).
O presidente da Concelhia, Abel Afonso, confirmou à Lusa que a escolha do antigo vereador foi aprovada «por unanimidade» na última reunião do órgão concelhio.
Hoje, a sessão de trabalho decorre em Torre de Moncorvo e amanhã em Vila Real e Lamego
domingo, março 09, 2008
Julia Rodrigues no segundo mandato PS de Mirandela
A concelhia do Partido Socialista de Mirandela, foi a votas esta sexta-feira , dia 7 de Março. Estas eleições marcaram pela diferença das anteriores, uma vez que apenas concorreu uma única lista, encabeçada por Júlia Rodrigues que assume o seu segundo mandato. Entre outras novidades que esta nova lista apresenta é a inclusão de Fernanda Mesquita a candidata à Junta de Freguesia de Mirandela nas últimas eleições autárquicas
Fonte:in Diário de Trás Os Montes - Rui Tulik
Siza Vieira "risca" armazém no Douro
Apesar de há mais de um século a família Mansilha se dedicar à produção de vinhos a empresa Quinta do Portal foi constituída apenas em 1994, dedicando-se desde então aos vinhos do Porto, do Douro, Moscatel e espumantes.
Em 14 anos, a Quinta do Portal conquistou vários prémios nacionais e internacionais e, em Fevereiro deste ano, foi eleita pela Revista de Vinhos como «A Empresa do Ano 2007». “Foi um reconhecimento à consistência do nosso projecto em termos agrícolas, industriais e comerciais”, disse Castro Ribeiro, membro da administração da empresa.
O administrador acrescentou que a Quinta do Portal “é já uma das empresas de referência” da Região Demarcada do Douro (RDD), tendo apostado na introdução das mais modernas tecnologias nos processos de vinificação.
sábado, março 08, 2008
Óscar Wilde disse um dia que “a história da mulher é a história da pior tirania que o mundo conheceu: a tirania do mais fraco sobre o mais forte”. Desvalorizado durante séculos, o sexo feminino renasceu das cinzas de uma violenta tragédia. Foi há 150 anos, em Nova Iorque...
A génese do Dia Internacional da Mulher, que hoje se assinala, remonta ao dia 8 de Março de 1857, há precisamente 150 anos. Nesse dia teve lugar aquela que é tida como uma das primeiras manifestações, a nível mundial, organizadas por mulheres trabalhadoras, que reivindicavam direitos que ainda hoje, volvido um século e meio, geram desigualdades e constituem motivo de descontentamento. Numa altura em que lhes era exigido o cumprimento de um horário laboral de 16 horas diárias e imperavam os baixos salários, centenas de operárias têxteis saíram à rua em Nova Iorque, denunciando as más condições de trabalho. As manifestantes ocuparam as instalações, mas a manifestação acabaria por ser silenciada da pior maneira, com a polícia a trancar as tecelãs no interior da fábrica, incendiando-a de seguida.
Foram precisos 53 anos para que o acto desumano perpetrado naquele dia tivesse como consequência, numa homenagem às vítimas da tragédia em Nova Iorque, a proclamação do dia 8 de Março como Dia Internacional da Mulher, numa efeméride que a Organização das Nações Unidas só viria a assumir em 1975. Mais do que a oferta de flores que muitas vezes marca esta data, ela pretende ser um momento de reflexão em torno dos problemas que afectam as mulheres em todo o mundo. A organização de colóquios, conferências e reuniões que colocam a mulher no centro das atenções é uma realidade na maioria dos países, com o objectivo de minorar, e a médio prazo extirpar, o estigma de ser mulher.
Num mundo em constante transformação, as mulheres conseguiram, no século XX, assumir o ónus da mudança nas suas relações com os homens, desencadeando o advento de uma nova mentalidade e encaixando “novos” direitos. Ainda a braços com fortes desigualdades no campo laboral (não são ainda raras as situações em que as mulheres ganham menos do que os homens no desempenho das mesmas funções profissionais), chamaram às suas mãos o domínio sobre questões como a sexualidade e a família, o reconhecimento de que são seres dotados de inteligência e sensibilidade, bem como o direito de apostarem numa carreira profissional. texto extraído do diário "O PRIMEIRO DE JANEIRO" de 08-03-08)
O ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, e o secretário de Estado da Educação foram, ontem à noite, vaiados por mais de uma centena de professores que o aguardavam à entrada do auditório onde ia decorrer um plenário de militantes socialistas, em Chaves.
Santos Silva, visivelmente irritado disse que “osinsultos e gritos atrás dele eram insultos à democracia".De referir que os professores aguardavam a ministra da Educação, convidada para o plenário
O Hospital de Vila Real coloca em funcionamento nos próximos meses o Centro Oncológico, a Via Verde Coronária e uma nova cozinha, representando um investimento de cerca de 18 milhões de euros, disse hoje fonte da administração.
A unidade de Vila Real do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro (CHTMAD), que engloba ainda os hospitais de Lamego, Chaves e Régua, abriu hoje as portas para um visita guiada à comunicação social.
O administrador do centro hospitalar Carlos Vaz referiu que em Abril é aberto o Centro Oncológico de Vila Real (COVR) para servir meio milhão de habitantes da região de Trás-os-Montes e Alto Douro. Esta é uma das primeiras unidades do género a ser construída fora dos grandes centros urbanos, depois de Lisboa, Porto e Coimbra.
Segundo Carlos Vaz, já estão na fase final de testes de funcionamento das estruturas e equipamentos médicos e de formação das equipas.
Com um investimento de 14 milhões de euros, a nova unidade permitirá o tratamento de cerca de 80 por cento dos casos de cancro registados na região transmontana, designadamente do pulmão, próstata, útero, bexiga, mama, colo rectal, pele e do estômago
sexta-feira, março 07, 2008
A Câmara Municipal de Aguiar da Beira protestou contra a decisão do Ministério da Administração Interna (MAI) em transferir, para a Mêda, o helicóptero de combate a incêndios, estacionado na vila.
O executivo presidido por Fernando Andrade argumenta que o concelho de Aguiar da Beira “possui a maior mancha de pinheiro bravo do distrito da Guarda”. O protesto, junto do Presidente das República e do Governo, refere que, “se o helicóptero for colocado no concelho de Mêda, “o tempo que demora a chegar ao concelho de Aguiar da Beira é suficiente para que essa mancha de pinheiro bravo, ainda existente, seja devastada por completo, podendo originar uma catástrofe ainda maior se se propagar às populações, pois que existem habitações contíguas aos pinheirais”.
Segundo a autarquia, Aguiar da Beira possui uma pista de aterragem que, “na altura, foi construída para esse efeito, o que originou gastos por parte da autarquia e disponibilização do terreno por parte da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários”.
O município solicita ao Governo, através do MAI, para “voltar atrás nesta decisão” e deixar que o helicóptero de combate aos incêndios continue sedeado no concelho de Aguiar da Beira. Caso contrário, responsabiliza o Governo por qualquer incêndio que venha a ocorrer neste concelho, “evitável se mantivesse o actual cenário, com o helicóptero em Aguiar da Beira”.
Esta moção foi aprovada por unanimidade de votos do executivo municipal, em reunião ordinária da câmara, e pela assembleia municipal, após o que foi enviada a Cavaco Silva, ao primeiro-ministro, José Sócrates, aos ministros da Administração Interna, do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional e da Agricultura do Desenvolvimento Rural e Pescas.
O Círculo de Cultura e de Desenvolvimento do Alto-Douro vai proceder à apresentação do livro “Perfil Sócio-Cultural do Homo Duriensis”, do Dr. Manuel da Silva Marques, natural de Armamar,no dia 5 de Abril pelas 19.00 horas no Salão Nobre da Câmara Municipal de Tabuaço.
Na apresentação do livro irá ser anunciada a data de apresentação da 2ª edição de um outro livro do mesmo autor intitulado: “Marcos Transhistóricos do Álcool” – Do Homo Sapiens Sapiens ao Homo Sapiens Brutus.
O Rotary Club de Cinfães recebe, hoje, a visita do Governador do Distrito Rotário 1970, Bernardino Pereira.
Para além da visita à Associação de Solidariedade Social de Souselo, da recepção na Câmara Municipal e da visita ao Museu Municipal, este encontro, organizado pelo Rotary Club de Cinfães, servirá igualmente para dar a conhecer ao Governador as actividades desenvolvidas neste ano rotário, pelo clube presidido por Carla Gomes.
A resolução de carências relacionadas com os recursos hídricos, a alfabetização, a saúde e a nutrição, serão algumas das preocupações apresentadas pelo Governador que deverá insistir para que o clube se associe e incremente acções concretas ao nível local.
quinta-feira, março 06, 2008
Mais de 300 professores manifestaram-se ontem pelas ruas da cidade de Lamego. Esta foi a segunda acção de protesto contra as políticas educativas do Governo no Distrito de Viseu, no prazo de uma semana.
Os professores concentraram-se frente à Escola Secundária Latino Coelho e percorreram depois a av. 5 de Outubro até ao monumento do Soldado Desconhecido, na frente uma faixa com a inscrição "Não há progresso sem conhecimento. Os professores exigem respeito pela sua profissão".
A Federação Regional de Associações de Pais de Viseu esteve também presente na acção de protesto, para deixar claro "que os pais não estão com a ministra da Educação", como referiu a dirigente Maria José Viseu.
Maria José Viseu disse ainda que: "actualmente, os professores estarem todos a pensar nas avaliações, porque estão a surgir normativas nas escolas em catadupa e não têm tempo para cumprir a sua principal missão, que é ensinar".
Francisco Almeida , dirigente da Fenprof , referiu ter grandes expectativas em relação à marcha da indignação de sábado, e que, só do Distrito de Viseu, rumarão a Lisboa pelo menos 25 autocarros.
Nas outras manifestações, em Vila Real ultrapassaram os 1500 e em Bragança e Chaves chegaram também às várias centenas
A consulta pública do estudo prévio do IP4 – Vila Real (Parada de Cunhos)/IP3, troço que corresponde à futura A4, junto à cidade de Vila Real, terminou no dia 28 de Fevereiro.
A Câmara de Vila Real considerou ontem, em comunicado, que a proposta de traçado da A4 engloba a solução apresentada pela autarquia, ou seja, de fazer passar a auto-estrada na pedreira de Parada de Cunhos, diminuindo, assim, significativamente, o número de habitações a demolir.
Esta versão do traçado da A4 apresenta um desvio do viaduto de cerca de “100 metros” para Sul, junto às localidades de Parada de Cunhos e Folhadela, uma alteração que resultou também dos protestos da população locais.
No entanto, a autarquia diz que o parecer favorável é condicionado porque quer ver salvaguardada a fábrica de cogumelos e defende uma correcção, na parte final, do traçado da via de ligação da A4 e da A24 à cidade de Vila Real.
A câmara defende ainda que o pagamento de portagem não deverá ser efectuado no troço do Nó 1 de Vila Real/Sul, mas em Parada de Cunhos.
Neste sentido, a autarquia reiterou a sua intenção de continuar a participar e acompanhar o desenvolvimento futuro deste processo, no sentido de serem tomadas medidas de minimização de impactos em toda a zona de passagem desta auto-estrada
O Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, que inclui os hospitais de Vila Real, Chaves, Régua e Lamego, prevê um investimento de 100 milhões de euros em obras e melhoria dos serviços nos próximos três anos.
O presidente do Conselho de Administração do centro hospitalar, Carlos Vaz, referiu que esta unidade hospitalar tem assumido uma posição de referência em toda uma região que engloba Trás-os-Montes e Alto Douro e uma área do Norte dos distritos de Viseu e Porto.
Desde o dia 01 de Março, que o centro hospitalar passou a hospital central, uma promoção que traz mais autonomia financeira para proporcionar melhores cuidados médicos.
A nova designação surge devido à criação do serviço de urgência polivalente e da oferta de valências de nível superior na rede de diferenciação dos cuidados de saúde.
Com o objectivo de aumentar a qualidade dos serviços serão concretizados, no decorrer dos próximos três anos, investimentos na ordem dos 100 milhões de euros nos hospitais de Vila Real, Chaves, Régua e Lamego.
Segundo Carlos Vaz, cerca de 50 milhões de euros serão gastos na construção do novo hospital de proximidade de Lamego, cujo concurso público está a decorrer.
No hospital de São Pedro, em Vila Real, o responsável pretende ampliar a urgência e construir novas instalações para os cuidados intensivos, intermédios e intensivos coronários.
Será ainda construído de raiz um novo pavilhão, no actual parque de estacionamento, para a consulta externa e de ambulatório, onde ficará ainda instalada a Pediatria, Pneumologia, e Nefrologia.
Para o Hospital D.Luíz I, no Peso da Régua, está a ser ultimado o projecto para a criação de 32 camas de cuidados continuados.
O administrador destacou a nova unidade de radiologia e de hemodiálise, que já está em «pleno funcionamento».
Até 15 de Março, o centro hospitalar disporá ainda da Via Verde de enfarte agudo do miocárdio, que evitará a transferência dos utentes para o litoral.
Em Abril abre as portas o Centro Oncológico de Vila Real, que vai servir meio milhão de habitantes da região de Trás-os-Montes e Alto Douro e é uma das primeiras unidades do género a ser construída fora dos grandes centros urbanos, depois de Lisboa, Porto e Coimbra.
Esta nova unidade permitirá o tratamento de cerca de 80 por cento dos casos de cancro registados na região transmontana, designadamente, do pulmão, da próstata, do útero, da bexiga, da mama, do colo rectal, da pele e do estômago.
Para além da radioterapia, o centro vai ser também equipado com bloco operatório, hospital de dia e cuidados paliativos.
Com a entrada em funcionamento desta unidade de saúde verificar-se-á uma grande diminuição na deslocação de doentes para o Hospital de São João e o Instituto Português de Oncologia, ambos no Porto.
Para o primeiro ano está previsto o tratamento de cerca de 800 doentes oncológicos na nova unidade, estando o centro preparado para dar resposta aos cerca de 1.700 novos casos de cancro que se registam anualmente na região.
quarta-feira, março 05, 2008
Concelhia do PSD Lamego quer Francisco Lopes filiado no PSD

A nova comissão politica da secção do PSD de Lamego, liderada por Melchior Moreira, tomou posse ontem.
Segundo a nova comissão politica, para fazer face às novas batalhas eleitorais de 2009, legislativas e autárquicas, é preciso renovar e alargar a base de apoio do partido, para isso vai proporcionar uma maior abertura à sociedade civil e relançar os núcleos das zonas rurais do concelho, de modo a tornar a secção de Lamego do PSD a maior do distrito de Viseu..
A nova liderança do PSD Lamego quer, igualmente, seduzir de novo os jovens, porque, segundo Melchior Moreira, o partido precisa de se renovar
Mudar de figuras e dar oportunidades a novas caras de Lamego que têm muita qualidade politica,referiu Melchior Moreira
O fórum de discussão, “Lamego Liderante” é outra das componentes de modernização do partido que o novo líder pretende criar, de modo a envolver na discussão politica os cidadãos de Lamego que têm estado afastadas da politica local.
As mulheres também não foram esquecidas pela nova comissão politica do PSD Lamego e para isso vai surgir o Movimento das Mulheres Sociais Democratas de Lamego.
Melchior Moreira revelou ainda que vai pedir ao presidente da autarquia lamecense, o independente Francisco Lopes, que liderou e venceu com a coligação PSD – CDSP/PP as últimas autárquicas para a Câmara de Lamego, para se recandidatar a novo mandato à autarquia mas, desta vez, filiado no PSD.
A nova direcção politica do PSD Lamego assume-se perante os lamecenses como "responsável, séria, preocupada" e vai "continuar à disposição do actual presidente da Câmara", referiu ainda Melchior Moreira.
Melchior Moreira acrescentou ainda que vai apostar na ideia de se manter coligado com o CDS PP para vencer as próximas autárquicas em Lamego.
segunda-feira, março 03, 2008
A eleição decorreu na sexta feira e votaram 376 militantes do PSD Lamego. A lista A liderada por Melchior Moreira recolheu 276 votos. Carlos Pina que liderou a lista B, obteve 100 votos
Carlos Pina contestou a Lista A. Os regulamentos do partido estipulam que a mesma deveria estar afixada na sede, segundo argumenta o presidente da Junta de Freguesia de Cambres
Francisco Lopes, presidente da autarquia lamecense, que levou Amândio da Fonseca a desistir da sua recandidatura para dirigir o PSD de Lamego e a unir-se à lista de Melchior Moreira, evitando assim o aparecimento de uma crise no seio dos sociais democratas de Lamego, principal sustentáculo da coligação do executivo da Câmara de Lamego, a propósito do desfecho feliz das eleições do PSD de Lamego referiu à Rádio Douro Sul estar ciente de que vai continuar a desenvolver em conjunto com a nova comissão politica o projecto autárquico que lidera
Questionado s
Após a eleição na passada sexta feira da nova direcção da concelhia do PSD, Francisco Lopes, ainda em declarações à Rádio Douro Sul, disse não temer qualquer divisão no seio do PSD de Lamego ereferiu estar seguro que os sociais democratas se vão unir em torno da nova direcção politica concelhia para as novas batalhas eleitorais que se aproximam: eleições legislativas, parlamento europeu e autárquicas.
Recorde-se que as eleições intercalares para a concelhia do PSD de Lamego foram convocadas pelo afastamento do ex líder, Amândio da Fonseca, em virtude dos acontecimentos em torno do Sporting Clube de Lamego, em Dezembro último, e largamente noticiados pela imprensa de todo o país, com um suposto suborno de árbitros de futebol da Associação de Futebol de Viseu.
Os autarcas da região de Viseu ficaram "satisfeitos" com o anúncio do lançamento da concessão da auto-estrada entre Viseu e Mealhada, via que substituirá o IP3. O lançamento acontece já este mês, informou no Parlamento o primeiro- ministro, José Sócrates
O projecto da auto-estrada Mealhada-Viseu esteve em consulta pública até 25 de Janeiro. O traçado da futura auto- estrada passa por freguesias dos concelhos de Cantahede, Anadia, Mortágua, Santa Comba Dão, Tondela e Viseu, num investimento de 740 milhões de euros.
Em Janeiro, durante a consulta pública, a Câmara de Viseu propôs que a ligação entre a auto-estrada Mealhada-Viseu e o IP3 tenha uma rotunda que permita "amarrar" a malha viária das freguesias aí situadas.
A proposta sugere que, na ligação entre a auto-estrada e o IP3, seja construída uma rotunda com outra ligação à estrada municipal 337.
sábado, março 01, 2008

Melchior Moreira é o novo líder da concelhia do PSD de Lamego ao derrotar a lista B liderada por Carlos Pina
Votaram 376 militantes do PSD Lamego tendo a lista A, liderada por Melchior Moreira, recolhido 276 votos.
Para a Mesa do Plenário, Amândio da Fonseca, que acompanhou Melchior, recolheu a maioria dos votos dos sociais democratas de Lamego.
Carlos Pina que liderou a lista B e na qual integrava Ernesto Rodrigues, entre outros, obteve menos 100 votos que a lista A. Carlos Pina concorreu e contestou a existência da Lista A, por no momento da entrega da sua lista não lhe ter sido dado a conhecer que a mesma existia e não se encontrava afixada na sede do partido, como estipulam os regulamentos..
As eleições para a concelhia do PSD de Lamego resultaram do afastamento do ex líder da concelhia, Amândio da Fonseca, não concluindo o seu mandato em virtude dos acontecimentos em torno do Sporting Clube de Lamego, em Dezembro último, e largamente noticiados pela imprensa de todo o país, por causa de um suposto suborno de árbitros de futebol da Associação de Futebol de Viseu.
Desde ontem quem pedir o Cartão de Cidadão, que substitui o antigo Bilhete de Identidade (BI), o Número de Identificação Fiscal (NIF), o cartão de beneficiário da Segurança Social ou de outros subsistemas de saúde e o Cartão de Eleitor, demora pouco mais de um quarto de hora em todas as 14 dependências do registo civil dos concelhos do distrito de Vila Real. O cartão, que tem um custo de 12 euros, leva depois “um pouco mais de um mês” até poder ser levantado pelo cidadão.

Aos jornalistas, o ministro da Presidência frisou que “já foram emitidos 30 mil novos cartões [de Cidadão] no País, dos quais 50 por cento aderiram à opção de assinatura digital. Esta opção, como explicou o ministro, “vai permitir a celebração de contratos à distância”, tendo esta assinatura a mesma validade de uma assinatura manual. O cartão, combina, portanto, “o plano Simplex com o plano tecnológico, pois tem funcionalidades com recurso às novas tecnologias”, permitindo aos cidadãos que se identifiquem electronicamente. “Este cartão é mais prático e seguro. Tenho esperança que seja um sucesso no País”, confessou Pedro Silva Pereira.
O governante aproveitou ainda para fazer um balanço do Simplex, referindo que “foi aumentado em 150 por cento o número de carros abatidos” e que “já mais de 40 mil empresas” foram criadas com o serviço de “empresa na hora”.
Durante este mês o Governo vai dar início às obras da nova auto-estrada que ligará a Mealhada a Viseu. Esta nova via, que substituirá o actual IP3, é, segundo Carlos Encarnação, presidente da Câmara de Coimbra, “uma correcção de uma injustiça histórica que prejudicou durante anos os dois concelhos”.

O traçado da futura auto-estrada passa por freguesias dos concelhos de Cantanhede, Anadia, Mortágua, Santa Comba Dão, Tondela e Viseu.
Em Janeiro, durante a consulta pública, a Câmara de Viseu propôs que a ligação entre a auto-estrada Mealhada-Viseu e o IP3 tenha uma rotunda que permita “amarrar” a malha viária das freguesias aí situadas.
A proposta sugere que, na ligação entre a auto-estrada e o IP3, seja construída uma rotunda com outra ligação à estrada municipal 337.
O presidente da Câmara de Vila Nova de Paiva, Manuel Custódio, defendeu ontem a necessidade de recuperar casas em várias aldeias para as pôr à disposição do turismo ambiental, que considera fundamental para a sustentabilidade do concelho.
Ao intervir hoje num workshop sobre «Turismo Ambiental», promovido pela Associação de Desenvolvimento Dão, Lafões e Alto Paiva (ADDLAP), o autarca apontou Pendilhe, Alhais e Vila Cova à Coelheira como exemplos de aldeias onde existem casas “com as condições ideais para desenvolver esse turismo”.
O objectivo da autarquia é estabelecer parcerias com privados, individuais ou empresas, para recuperar as casas e as disponibilizar aos turistas
Segundo Manuel Custódio, o desejo de aliar a natureza ao progresso está patente no logótipo de Vila Nova de Paiva, que se auto-intitula de “Capital ecológica”. Segundo o autarca “Como o concelho não tem mar, tem que pensar naquilo que os diferencia”.
A falta de alojamentos das várias modalidades de Turismo em Espaço Rural no concelho de Vila Nova de Paiva foi confirmada por Filipe Carvalho, técnico da Direcção Regional de Economia do Centro (DREC) que trabalha na área de licenciamento e classificação destas unidades.





