O primeiro turno das Férias 100% decorreu de 2 a 13 de Julho e juntou cerca de 170 jovens, com idades compreendidas entre os 6 e os 16 anos. Esta é uma iniciativa da Câmara Municipal do Peso da Régua destinada a todos que quiseram ocupar os seus tempos livres da melhor forma.
O Campo de Férias está licenciado pelo Instituto Português da Juventude, a quem foi atribuído o Alvará n.º 401 para a organização de actividades desta natureza.
As 170 crianças que participaram no primeiro turno das Férias 100% promovidas pela Câmara Municipal do Peso da Régua não esquecerão tão cedo as divertidas experiências vividas durante este período de descanso escolar.
Foram quinze dias repletos de animação, brincadeira e muitas surpresas, sugeridas pela prática de múltiplas actividades, como orientação, piscina, ateliês, caminhadas, praia, internet, BTT, jogos, canoagem, música, expressões e visitas culturais, todas acompanhadas por monitores e técnicos municipais de Educação Física que supervisionaram de perto todas as brincadeiras e apoiaram os mais novos na aprendizagem de novos desportos, proporcionando um maior enriquecimento desportivo. A acompanhar as actividades está ainda uma profissional de saúde que assegura a prestação de cuidados de saúde e assegura, desta forma, uma resposta rápida e eficaz.
O primeiro turno terminou com uma festa preparada por todos os participantes e teve como convidados especiais os pais que, dessa forma, puderam avaliar de perto o resultado de quinze dias de actividade.
16 de Julho marcou o arranque do segundo turno das Férias 100%, desta vez, com a participação de cerca de 300 jovens.
Com o principal objectivo de incentivar ao convívio e alertar para os benefícios de uma prática desportiva regular, este projecto desenvolve-se em espaços como a Escola do 1.º CEB Peso da Régua N.º 3, Pavilhão Desportivo, Espaço Internet, Biblioteca Municipal, piscinas do Clube de Caça e Pesca do Alto Douro, praia de Espinho, ruas do Concelho e rio Douro. A participação é totalmente gratuita.
Visando o desenvolvimento integral dos jovens participantes, o programa das Férias 100% faculta aos pais o enquadramento dos seus filhos num projecto credível, seguro e com qualidade, possibilitando a sua valorização.
A ocupação saudável dos tempos livres constitui um contributo inequívoco para a formação e desenvolvimento dos jovens, constituindo ainda uma das medidas mais eficazes na prevenção de comportamentos de risco.
Com a iniciativa Férias 100%, a Câmara Municipal do Peso da Régua pretende proporcionar às crianças umas férias mais divertidas e saudáveis, permitindo o desenvolvimento do sentimento de grupo e das relações interpessoais e o incentivo à criatividade, bem como um maior enriquecimento cultural, factores determinantes para a sua formação integral.
A Câmara Municipal do Peso da Régua espera corresponder à confiança que os pais e encarregados de educação depositaram na organização das Férias 100%, na certeza de que tudo é feito para que esta iniciativa seja do agrado das crianças e jovens participantes.
Fotos gentilmente cedidas pelo
Gabinete de Imprensa
da Câmara Municipal de Peso da Régua
quarta-feira, julho 25, 2007
terça-feira, julho 24, 2007
“Máscara Ibérica” mostra-se ao mundo na Estação do Rossio
No coração da cidade de Lisboa, na emblemática Estação do Rossio, está patente ao público a exposição “Máscara Ibérica”, mostra dos ambientes e imagens dos rituais da Máscara que ainda hoje existem em Portugal e nas regiões espanholas da Galiza e Castilla & León. Os Caretos de Lazarim, símbolo de um dos Carnavais mais típicos do país que anualmente atrai milhares de curiosos àquela vila do concelho de Lamego, ocupam um lugar de destaque neste certame.
A cerimónia de inauguração da exposição “Máscara Ibérica”, realizada a 21 de Julho último, contou com a presença do secretário de Estado da Cultura, Mário Vieira de Carvalho, entre muitas outras personalidades, nomeadamente o Presidente da Câmara de Lamego, Francisco Lopes, e o Presidente da Região de Turismo Douro Sul (RTDS), Melchior Moreira.
Dezenas de máscaras originais, fatos e adereços usados nos rituais constituem a principal atracção do valioso espólio que os visitantes podem agora conhecer nesta exposição. Inserida nesta iniciativa, também está presente a maior mostra alguma vez apresentada ao público de “Máscaras de Lazarim”, algumas com mais de 50 anos. “Máscara Ibérica” divulga ao mundo e aos portugueses, alguns dos traços culturais ibéricos mais bem guardados, com rituais ancestrais que tanto têm de religioso e mitológico como de profano, qual tesouro esquecido. Para além da realização de um conjunto de iniciativas paralelas, que passam pela actuação de grupos tradicionais da Galiza, Zamora, Nordeste Transmontano e Lamego, este evento conta ainda com a participação de artesãos de diversos pontos da Península Ibérica que vão esculpindo ao vivo a madeira dando deste modo vida às máscaras.
O projecto “Máscara Ibérica” é uma iniciativa da Progestur, em parceria com a EGEAC e a Agência Baixa Chiado, com o apoio do Turismo de Portugal, Ministério da Cultura, Junta da Galiza, Junta de Castilla & Léon, Câmara Municipal de Lamego, RTDS, Junta de Freguesia de Lazarim, entre outros.
Fotos gentilmente cedidas por Dr.Ricardo Pereira
Câmara de Lamego e UTAD celebram Convénio de Cooperação técnico-científica

Legenda: Prof.Dr.Luis Ramos; Reitor da UTAD, Prof.Dr. Armando Mascarenhas Ferreira; Pres. Câmara de Lamego, Engº Francisco Lopes; Vereadora da Acção Social, Dra. Teresa Santos
Foto gentilmente cedida por Dr.Ricardo Pereira
A Câmara de Lamego e a Universidade de Trás Os Montes e Alto Douro (UTAD) acabam de celebrar um Convénio de Cooperação que visa o estabelecimento de uma parceria técnico-científica para a promoção de acções concretas. Este convénio vai promover, durante os próximos três anos, o desenvolvimento de iniciativas conjuntas nas áreas de Transportes e Mobilidade, Ordenamento do Território, Desenvolvimento Territorial e Sistemas de Informação Geográfica.
A assinatura deste protocolo de cooperação foi concretizada nos Paços do Concelho, a 18 de Julho, com a presença do Presidente da autarquia, Francisco Lopes, e do Reitor da UTAD, Armando Mascarenhas Ferreira, que se comprometeram a estabelecer entre si diversas formas de cooperação para a prossecução dos objectivos definidos.
Como primeira acção concreta a realizar no âmbito da assinatura deste Convénio, a Câmara Municipal de Lamego adjudicou à UTAD a elaboração do projecto de revisão do Plano Director Municipal (PDM) de Lamego. Caberá àquele estabelecimento de ensino orientar e coordenar os meios humanos e operacionais afectos à elaboração do futuro instrumento de planeamento/ ordenamento territorial do Município de Lamego. A proposta de revisão do PDM de Lamego deve estar concluída dentro de doze meses, representando um investimento global de 90 mil euros, mais IVA.
Os domínios de colaboração estabelecidos entre a autarquia de Lamego e a UTAD no Convénio de Cooperação contemplam um conjunto de áreas bastante abrangentes: a assessoria e cooperação técnica, a realização de projectos conjuntos, o apoio logístico e recursos humanos, a disponibilização de documentação e informação e o desenvolvimento das áreas de formação e especialização.
Notícia: Rádio Douro Sul
Fonte: Gabinete de Imprensa
da Câmara Municipal de Lamego
Direitos Reservados
sábado, julho 21, 2007
Maior segurança no acesso à Escola Básica 2/3 de Lamego
A área envolvente da entrada principal da Escola Básica 2/3 de Lamego, cujo estado de degradação se acentuou bastante desde a construção da Praça Dr. Fernando Amaral, está a ser alvo de obras de requalificação urbanística de modo a garantir maior segurança aos moradores e alunos que diariamente passam por ali.
Este local, situado numa área de forte expansão da cidade de Lamego, encontra-se descaracterizado e degradado não dispondo das condições de segurança adequadas para o acesso das crianças àquele estabelecimento de ensino.
A situação de quase abandono das imediações da Escola Básica 2/3 de Lamego levou a Câmara de Lamego a ter de intervir com urgência a fim de valorizar os espaços contíguos, recorrendo para isso à instalação de novo mobiliário urbano, iluminação pública, repavimentação e construção de redes de drenagem de águas pluviais.
Também será criado um novo acesso de veículos à escola, mesmo ao lado da entrada principal.
A requalificação da área envolvente da EB 2/3 de Lamego vai beneficiar o escoamento do tráfego automóvel naquela zona. Para o efeito serão criadas duas paragens de uso exclusivo de transportes escolares de modo a evitar as constantes interrupções da circulação de veículos na rua de Fafel.
A renovação da entrada principal desta escola vai introduzir maior qualidade no espaço público com o objectivo de potenciar a estadia e o lazer das pessoas, através da criação de alguns espaços verdes onde serão plantados arbustos e árvores.
Esta empreitada de requalificação urbanística foi adjudicada à empresa “Artur Oliveira Rocha e Filhos, Lda”, representando um investimento global de 98.807,37 €, mais IVA.
Reaberto o cruzamento da av. 5 de Outubro e a rua Cândido dos Reis
Reabriu ontem, dia 20, ao trânsito o cruzamento entre a rua do Columela e a rua Cândido dos Reis, na Av. 5 de Outubro, em ambas as direcções.
As obras de requalificação da Av. 5 de Outubro, no entanto, mantêm encerrada esta via entre o Largo dos Combatentes e a rua de Fafel.
As obras que decorrem ao longo da Av. 5 de Outubro têm por objectivo tornar o principal arruamento urbano da cidade de Lamego uma via mais atractiva, moderna e funcional. A intervenção contempla a renovação integral das infra-estruturas de águas e saneamento, a instalação de rede de gás natural e a remodelação da iluminação pública. Para completar esta profunda requalificação, também será beneficiado o espaço público à superfície em termos de atractividade e actualidade para os residentes da zona e utilizadores do comércio tradicional.
A empreitada de beneficiação urbana da Av. 5 de Outubro, que inclui também a rua Marquês de Pombal e o Largo do Ribeiro, representa um investimento total de 690.182,01 €, mais IVA, sendo 75 por cento deste valor financiado por fundos comunitários. A obras devem estar concluídas até ao próximo mês de Setembro.
As obras de requalificação da Av. 5 de Outubro, no entanto, mantêm encerrada esta via entre o Largo dos Combatentes e a rua de Fafel.
As obras que decorrem ao longo da Av. 5 de Outubro têm por objectivo tornar o principal arruamento urbano da cidade de Lamego uma via mais atractiva, moderna e funcional. A intervenção contempla a renovação integral das infra-estruturas de águas e saneamento, a instalação de rede de gás natural e a remodelação da iluminação pública. Para completar esta profunda requalificação, também será beneficiado o espaço público à superfície em termos de atractividade e actualidade para os residentes da zona e utilizadores do comércio tradicional.
A empreitada de beneficiação urbana da Av. 5 de Outubro, que inclui também a rua Marquês de Pombal e o Largo do Ribeiro, representa um investimento total de 690.182,01 €, mais IVA, sendo 75 por cento deste valor financiado por fundos comunitários. A obras devem estar concluídas até ao próximo mês de Setembro.
sexta-feira, julho 20, 2007
Segurança preocupa comerciantes em Lamego

A AEL ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE LAMEGO (AEL) tem uma reunião agendada para a próxima terça-feira, dia 24 de Julho de 2007, com o comando da PSP de Lamego em virtude da insegurança que se tem feito sentir nos últimos tempos na cidade de Lamego.
A Av. 5 de Outubro é um dos pontos de maior preocupação quer para a AEL, como para os comerciantes, que devido às obras de requalificação da mesma, nomeadamente no período da noite se encontra mais desprotegida de policiamento.
Segundo uma nota de imprensa da AEL, dirigida à nossa Redacção, aquela Associação está esperançada em encontrar a melhor solução para a segurança pessoal e bens na cidade, de modo a criar uma situação de estabilidade do Comércio Tradicional na cidade de Lamego.
quarta-feira, julho 18, 2007
Piscinas de Lamego reabrem dentro de três semanas
Foto gentilmente cedida por Dr.Ricardo Pereira
As Piscinas do Parque da Cidade de Lamego devem reabrir dentro de 3 semanas. Com as obras de recuperação daquele espaço de lazer a decorrerem, o presidente da autarquia lamecense, Francisco Lopes visitou ontem o local, convidando para o efeito a comunicação social. O edil revelou que o custo das obras de recuperação atingem os 530 mil euros, lamentando, entretanto, nos últimos anos se tenha deixado chegar aquela infra estrutura a um estado de demasiada degradação e explicou as razões porque aquele espaço foi mantido encerrado durante boa parte do tempo balnear deste ano, devido às obras profundas de recuperação a que foi preciso proceder.
Noticia Rádio Douro Sul
Aureliano Carminé
Direitos Reservados
Interprofissional do IVDP decide até Agosto número de pipas a beneficiar no Douro
O conselho interprofissional do Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP) vai decidir, até Agosto, qual o número de pipas que a Região Demarcada do Douro (RDD) vai transformar em Vinho do Porto na próxima colheita.
Segundo fonte do Ministério da Agricultura, o comunicado de vindima de 2007 será publicado no primeiro domingo de Agosto. Embora numa primeira fase o conselho regional da Casa do Douro não tenha indicado representantes da produção para o interprofissional do IVDP, a instituição duriense acabou por enviar segunda-feira a lista dos conselheiros que vão representar a produção. O conselho interprofissional do IVDP é um organismo composto por 10 conselheiros, cinco representantes do comércio e igual número da produção para cada uma das denominações, designadamente a do Douro e do Porto. Devido à falta de indicação da Casa do Douro para o interprofissional, o ministro da Agricultura assinou um despacho, publicado no dia 11 de Julho em Diário da República, através do qual autorizava o presidente do IVDP “a adoptar os actos necessários ao suprimento das mesmas”, uma omissão que Jaime Silva considerou que poderia “prejudicar os interesses da RDD”.
O presidente da Casa do Douro, Manuel António Santos, disse à agência Lusa que a conselho regional da instituição indicou segunda-feira ao IVDP os conselheiros que vão representar a produção no interprofissional. Este atraso na indicação dos representantes da produção foi, segundo o responsável, uma “forma de protesto” contra as “arbitrariedades” que diz estarem a ser “cometidas contra o Douro”. A Casa do Douro contesta os resultados apurados na auditoria realizada pela Inspecção-Geral da Agricultura (IGA) que concluiu que o organismo duriense deve cerca de 1,4 milhões de euros ao Estado. Esta dívida é relativa a 880 mil euros de taxas devidas pela instituição, desde há vários anos, e que transitaram da extinta Comissão Interprofissional da Região Demarcada do Douro (CIRDD) para o Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP) e ainda 530 mil euros relativos a remunerações, em 2005 e 2006, dos funcionários do Quadro Especial Transitório da Casa do Douro. Manuel António Santos afirma que a Casa do Douro não “está de acordo” com os números apurados na auditoria, porque, segundo frisou, a instituição duriense reclama uma actualização das verbas recebidas da CIRDD, entre 1996 e 2005. O responsável acusou ainda o IVDP de tentar “dividir” a região, ao ter convidado, por exemplo, a União das Adegas Cooperativas do Douro (Unidouro) para representar a produção.
O presidente da Unidouro, José Manuel Santos, referiu que este organismo recusou a proposta do IVDP na semana passada. Apesar das diversas tentativas a Lusa não conseguiu obter declarações do presidente do IVDP, Jorge Monteiro. Na última vindima, foram beneficiadas 123.500 pipas de vinho do Porto, o que representou um aumento de 3.500 pipas em relação à colheita anterior.
Segundo fonte do Ministério da Agricultura, o comunicado de vindima de 2007 será publicado no primeiro domingo de Agosto. Embora numa primeira fase o conselho regional da Casa do Douro não tenha indicado representantes da produção para o interprofissional do IVDP, a instituição duriense acabou por enviar segunda-feira a lista dos conselheiros que vão representar a produção. O conselho interprofissional do IVDP é um organismo composto por 10 conselheiros, cinco representantes do comércio e igual número da produção para cada uma das denominações, designadamente a do Douro e do Porto. Devido à falta de indicação da Casa do Douro para o interprofissional, o ministro da Agricultura assinou um despacho, publicado no dia 11 de Julho em Diário da República, através do qual autorizava o presidente do IVDP “a adoptar os actos necessários ao suprimento das mesmas”, uma omissão que Jaime Silva considerou que poderia “prejudicar os interesses da RDD”.
O presidente da Casa do Douro, Manuel António Santos, disse à agência Lusa que a conselho regional da instituição indicou segunda-feira ao IVDP os conselheiros que vão representar a produção no interprofissional. Este atraso na indicação dos representantes da produção foi, segundo o responsável, uma “forma de protesto” contra as “arbitrariedades” que diz estarem a ser “cometidas contra o Douro”. A Casa do Douro contesta os resultados apurados na auditoria realizada pela Inspecção-Geral da Agricultura (IGA) que concluiu que o organismo duriense deve cerca de 1,4 milhões de euros ao Estado. Esta dívida é relativa a 880 mil euros de taxas devidas pela instituição, desde há vários anos, e que transitaram da extinta Comissão Interprofissional da Região Demarcada do Douro (CIRDD) para o Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP) e ainda 530 mil euros relativos a remunerações, em 2005 e 2006, dos funcionários do Quadro Especial Transitório da Casa do Douro. Manuel António Santos afirma que a Casa do Douro não “está de acordo” com os números apurados na auditoria, porque, segundo frisou, a instituição duriense reclama uma actualização das verbas recebidas da CIRDD, entre 1996 e 2005. O responsável acusou ainda o IVDP de tentar “dividir” a região, ao ter convidado, por exemplo, a União das Adegas Cooperativas do Douro (Unidouro) para representar a produção.
O presidente da Unidouro, José Manuel Santos, referiu que este organismo recusou a proposta do IVDP na semana passada. Apesar das diversas tentativas a Lusa não conseguiu obter declarações do presidente do IVDP, Jorge Monteiro. Na última vindima, foram beneficiadas 123.500 pipas de vinho do Porto, o que representou um aumento de 3.500 pipas em relação à colheita anterior.
Teresa Santos preside a LamegoConvida a partir de Setembro
Teresa Santos, Vereadora da Câmara de Lamego com o pelouro da Acção Social, foi indigitada para assumir a partir de 1 de Setembro a presidência da LamegoConVida Empresa Municipal. O anúncio foi feito ontem à tarde pelo presidente da Câmara de Lamego, Francisco Lopes.
O presidente da autarquia justificou a sua saída da LamegoConVida devido ao volume de projectos em curso promovidos por aquela empresa e os mesmos necessitarem de actos de gestão e de acompanhamento a tempo inteiro, como referiu à Rádio Douro Sul.
A Rádio Douro Sul conseguiu apurar que Teresa Santos fez depender a aceitação do cargo para a presidência da LamegoConVida, da sua continuidade como vereadora na Câmara de Lamego, realçando que foi “eleita como vereadora pelos lamecenses e cumprirá essa vontade”, pelo que continuará, a partir de Setembro,com o pelouro da Educação, sem regime de tempo inteiro.
Noticia Rádio Douro Sul
Aureliano Carminé
Direitos Reservados
O presidente da autarquia justificou a sua saída da LamegoConVida devido ao volume de projectos em curso promovidos por aquela empresa e os mesmos necessitarem de actos de gestão e de acompanhamento a tempo inteiro, como referiu à Rádio Douro Sul.
A Rádio Douro Sul conseguiu apurar que Teresa Santos fez depender a aceitação do cargo para a presidência da LamegoConVida, da sua continuidade como vereadora na Câmara de Lamego, realçando que foi “eleita como vereadora pelos lamecenses e cumprirá essa vontade”, pelo que continuará, a partir de Setembro,com o pelouro da Educação, sem regime de tempo inteiro.
Noticia Rádio Douro Sul
Aureliano Carminé
Direitos Reservados
Lamego ConVida: Tribunal Administrativo arquiva queixa de alegado favorecimento
O Tribunal Administrativo e Fiscal de Viseu arquivou a queixa apresentada por Pedro Miguel Torres, vereador da lista do PS à Câmara Municipal de Lamego, sobre um alegado favorecimento por parte da autarquia no procedimento do concurso para a constituição de uma parceria público privada e que visava a construção do Pavilhão Multiusos de Lamego.
O vereador afirmou publicamente, ter "dúvidas" sobre o concurso e, na altura, anunciou ter enviado uma queixa à Procuradoria-Geral da República, à Inspecção-Geral da Administração do Território e à Polícia Judiciária.
Na acusação apresentada, Pedro Miguel Torres referia a existência de uma carta da empresa segunda classificada neste concurso, que "denunciava uma eventual situação de favorecimento".
Recorde-se que o concurso foi ganho por um consórcio liderado pela empresa Irmãos Cavaco.
De acordo com o relatório apresentado, a Procuradoria Geral da República considera “não haver qualquer elemento nos autos que nos permitam concluir ter havido qualquer favorecimento da Câmara Municipal de Lamego no âmbito do procedimento público de selecção de empresa privada para a constituição de uma parceria público privada, procedimento este lançado pela Lamego ConVida Empresa Municipal, nem qualquer desfavorecimento da Empresa Ferreira Construções S. A. nesse procedimento Público”.
Com o objectivo de garantir o conhecimento da tramitação processual completa, a Câmara Municipal de Lamego enviou cópia de todos os documentos relacionados com o procedimento em causa e que levaram o Tribunal Administrativo e Fiscal de Viseu a constatar não haver nos autos elementos que lhe permita concluir ter a Câmara Municipal de Lamego praticado qualquer ilegalidade que leve a que este Tribunal tenha de intervir para reposição dessa legalidade violada”.
A juntar a isto, a Procuradoria da República considerou que a questão suscitada por Pedro Miguel Vila real Torres não possui os requisitos necessários à intervenção do Ministério Público
Francisco Lopes, presidente da Câmara de Lamego e presidente da empresa municipal Lamego Convida, questionado pela Rádio Douro Sul acerca da decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Viseu referiu que, neste caso, não faz sentido seja um vereador da autarquia, o engº. Pedro Torres, a atacar a própria Câmara.
O Presidente da Câmara de Lamego, Francisco Lopes, disse à Rádio Douro Sul que o Eng. Pedro Torres deve aos membros do júri do concurso, bem como aos membros do executivo municipal, especialmente aos do Partido Socialista, que foram maltratados neste processo, um veemente pedido de desculpas. Segundo ainda Francisco Lopes, o vereador do PS deve, também, uma cuidada explicação aos lamecenses sobre a motivação da sua conduta, se se deveu a interesses do consórcio preterido ou simplesmente a razões políticas.
Saliente-se, o acórdão refere que o Eng. Pedro Torres certamente não faria qualquer queixa se tivesse conhecimento da resposta dada ao concorrente pelo júri. Para o presidente da Câmara de Lamego, "reside, aqui, a gravidade da situação, porque na posse de todos os elementos e informações, o Eng. Pedro Torres agiu de forma iníqua contra a Câmara de que faz parte e contra os seus colaboradores e funcionários que integraram o júri do concurso". Francisco Lopes considera: “Simplesmente lamentável.”
Noticia Rádio Douro Sul
Aureliano Carminé
Direitos Reservados
O vereador afirmou publicamente, ter "dúvidas" sobre o concurso e, na altura, anunciou ter enviado uma queixa à Procuradoria-Geral da República, à Inspecção-Geral da Administração do Território e à Polícia Judiciária.
Na acusação apresentada, Pedro Miguel Torres referia a existência de uma carta da empresa segunda classificada neste concurso, que "denunciava uma eventual situação de favorecimento".
Recorde-se que o concurso foi ganho por um consórcio liderado pela empresa Irmãos Cavaco.
De acordo com o relatório apresentado, a Procuradoria Geral da República considera “não haver qualquer elemento nos autos que nos permitam concluir ter havido qualquer favorecimento da Câmara Municipal de Lamego no âmbito do procedimento público de selecção de empresa privada para a constituição de uma parceria público privada, procedimento este lançado pela Lamego ConVida Empresa Municipal, nem qualquer desfavorecimento da Empresa Ferreira Construções S. A. nesse procedimento Público”.
Com o objectivo de garantir o conhecimento da tramitação processual completa, a Câmara Municipal de Lamego enviou cópia de todos os documentos relacionados com o procedimento em causa e que levaram o Tribunal Administrativo e Fiscal de Viseu a constatar não haver nos autos elementos que lhe permita concluir ter a Câmara Municipal de Lamego praticado qualquer ilegalidade que leve a que este Tribunal tenha de intervir para reposição dessa legalidade violada”.
A juntar a isto, a Procuradoria da República considerou que a questão suscitada por Pedro Miguel Vila real Torres não possui os requisitos necessários à intervenção do Ministério Público
Francisco Lopes, presidente da Câmara de Lamego e presidente da empresa municipal Lamego Convida, questionado pela Rádio Douro Sul acerca da decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Viseu referiu que, neste caso, não faz sentido seja um vereador da autarquia, o engº. Pedro Torres, a atacar a própria Câmara.
O Presidente da Câmara de Lamego, Francisco Lopes, disse à Rádio Douro Sul que o Eng. Pedro Torres deve aos membros do júri do concurso, bem como aos membros do executivo municipal, especialmente aos do Partido Socialista, que foram maltratados neste processo, um veemente pedido de desculpas. Segundo ainda Francisco Lopes, o vereador do PS deve, também, uma cuidada explicação aos lamecenses sobre a motivação da sua conduta, se se deveu a interesses do consórcio preterido ou simplesmente a razões políticas.
Saliente-se, o acórdão refere que o Eng. Pedro Torres certamente não faria qualquer queixa se tivesse conhecimento da resposta dada ao concorrente pelo júri. Para o presidente da Câmara de Lamego, "reside, aqui, a gravidade da situação, porque na posse de todos os elementos e informações, o Eng. Pedro Torres agiu de forma iníqua contra a Câmara de que faz parte e contra os seus colaboradores e funcionários que integraram o júri do concurso". Francisco Lopes considera: “Simplesmente lamentável.”
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Aureliano Carminé
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sábado, julho 14, 2007
Sinalização do Alto Douro Vinhateiro vai avançar até ao final deste ano.

O Secretário de Estado da Protecção Civil, Ascenso Simões, anunciou anteontem, em Alijó, que a sinalização do Alto Douro Vinhateiro vai avançar até ao final deste ano.
Quase seis anos depois da sua classificação como património mundial da humanidade, só agora vai ser iniciado o processo que levará à colocação de dezenas de placas informativas ao longo das vias rodoviárias que cruzam a região.
Ascenso Simões revelou, à margem da inauguração da feira Revidouro, que esta semana indicou à Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, sob a sua tutela, que "promova uma parceria com a Estrutura e Missão do Douro para a realização da primeira fase da sinalização". Esta fase deverá começar ainda este ano e decorrer ao longo do primeiro semestre de 2008.
O membro do governo admitiu que "não era normal" ter uma região património mundial, tão procurada por portugueses e estrangeiros, "sem qualquer sinalização que possa permitir uma boa viagem dentro do Douro".
Refira-se que o projecto inicial de sinalização do Alto Douro Vinhateiro foi reprovado em Maio de 2006 pelo Turismo de Portugal devido a incumprimento de prazos e falta de verbas.
O Alto Douro Vinhateiro engloba 13 municípios da região demarcada Vila Nova de Foz Côa, São João da Pesqueira, Tabuaço, Armamar, Lamego, Mesão Frio, Peso da Régua, Santa Marta de Penaguião, Vila Real, Sabrosa, Alijó, Carrazeda de Ansiães e Torre de Moncorvo. Ascenso Simões mostrou ainda disponibilidade do governo para, "através de parcerias", colaborar na beneficiação do aeródromo de Alijó, como complemento às acessibilidades da região
Mais um assalto a uma ourivesaria na cidade de Peso das Régua
Mais um assalto a uma ourivesaria na cidade de Peso das Régua . O assalto ocorreu ontem de madrugada por volta das 3 horas e 30 em pleno centro de Peso da Régua ( a cerca de 100 metros do edifício da Casa do Douro). O montante exacto do furto não foi ainda apurado. Das prateleiras , os assaltantes retiraram vários artigos em ouro e o montante dos prejuízos provocados no estabelecimento ainda não foi contabilizado. Foi através de um ferro "bastante comprido" que o portão de segurança do estabelecimento foi arrombado, refere o JN na sua edição de hoje. A porta do estabelecimento não foi partida, pois a mesma, como era automática, abriu-se depois com a presença dos intrusos. Após partirem alguns expositores, os assaltantes deitaram mão a peças e artefactos em ouro, e fugiram num carro que foi referenciado. Foi um popular que alertou a GNR de Peso da Régua para o que se estava a passar. As autoridades ainda alertaram os postos vizinhos, mas não foi encontrado rasto dos assaltantes .
Os assaltantes tomaram a precaução pouco habitual de envolver em espuma o sistema de alarme da ourivesaria, inutilizando-o. De tal forma que os dispositivo não foi accionado na GNR. Como também não funcionou o sistema de videovigilância" da ourivesaria. Contactado o dono do estabelecimento no local pelo JN, este escusou-se a falar sobre o sucedido.
O Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Peso da Régua, está a proceder a investigações que possam revelar alguma pista que conduza à identificação dos assaltantes. Este furto foi o segundo na mesma artéria em menos de um ano. Anteriormente, o alvo tinha sido a ourivesaria Ferreira. Também em Armamar, ainda na região do Douro, há cerca de dois meses, um outro estabelecimento tinha sido alvo igualmente de um assalto
IN Jornal de Noticias, edição de 14-07-07
Os assaltantes tomaram a precaução pouco habitual de envolver em espuma o sistema de alarme da ourivesaria, inutilizando-o. De tal forma que os dispositivo não foi accionado na GNR. Como também não funcionou o sistema de videovigilância" da ourivesaria. Contactado o dono do estabelecimento no local pelo JN, este escusou-se a falar sobre o sucedido.
O Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Peso da Régua, está a proceder a investigações que possam revelar alguma pista que conduza à identificação dos assaltantes. Este furto foi o segundo na mesma artéria em menos de um ano. Anteriormente, o alvo tinha sido a ourivesaria Ferreira. Também em Armamar, ainda na região do Douro, há cerca de dois meses, um outro estabelecimento tinha sido alvo igualmente de um assalto
IN Jornal de Noticias, edição de 14-07-07
sexta-feira, julho 13, 2007
PSP de Lamego apreendeu uma dezena de armas ilegais na cidade
A PSP de Viseu anunciou ontem ter detido quarta-feira, na Cidade de Lamego, um casal que tinha guardadas em sua casa várias armas de fogo ilegais e munições.
Em comunicado, a PSP refere que, entre as 07:00 e as 10:30 de quarta-feira, os elementos da Esquadra de Investigação Criminal da Secção Policial de Lamego cumpriram mandados de busca a duas residências, no âmbito de um processo-crime.
Foi detido o casal, o homem de 63 anos e a mulher de 61, e constituído arguido no mesmo processo um outro indivíduo, residente na mesma cidade.
Entre os objectos apreendidos encontram-se cinco armas de caça (calibre 12 e 16 milímetros), quatro pistolas de defesa (calibre 6.35 milímetros e 7,65 milímetros), uma pistola de guerra semi-automática calibre 9 milímetros, uma pistola semi-automática calibre 7,65 milímetros e uma espingarda "pressão de ar" calibre 4,5 milímetros.
Foram ainda apreendidos mais de mil cartuchos, oito carregadores e várias dezenas de outras munições (algumas em cinturões) de diferentes calibres, um estojo com uma mira laser para visão nocturna e um coldre tipo sovaqueira.
Segundo a PSP, os dois detidos já foram submetidos a primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Lamego e ficaram obrigados a termo de identidade e residência.
Esta operação envolveu 21 agentes da secção de Lamego da PSP, ligados à investigação criminal, ao trânsito e ao serviço operacional, que foram apoiados por mais dez elementos do comando de Viseu.
A PSP explica que, "com este tipo de intervenções policiais e seus resultados", pretende "contribuir para a diminuição de armas de fogo ilegais" na Cidade de Lamego e consequente segurança pública dos cidadãos
Em comunicado, a PSP refere que, entre as 07:00 e as 10:30 de quarta-feira, os elementos da Esquadra de Investigação Criminal da Secção Policial de Lamego cumpriram mandados de busca a duas residências, no âmbito de um processo-crime.
Foi detido o casal, o homem de 63 anos e a mulher de 61, e constituído arguido no mesmo processo um outro indivíduo, residente na mesma cidade.
Entre os objectos apreendidos encontram-se cinco armas de caça (calibre 12 e 16 milímetros), quatro pistolas de defesa (calibre 6.35 milímetros e 7,65 milímetros), uma pistola de guerra semi-automática calibre 9 milímetros, uma pistola semi-automática calibre 7,65 milímetros e uma espingarda "pressão de ar" calibre 4,5 milímetros.
Foram ainda apreendidos mais de mil cartuchos, oito carregadores e várias dezenas de outras munições (algumas em cinturões) de diferentes calibres, um estojo com uma mira laser para visão nocturna e um coldre tipo sovaqueira.
Segundo a PSP, os dois detidos já foram submetidos a primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Lamego e ficaram obrigados a termo de identidade e residência.
Esta operação envolveu 21 agentes da secção de Lamego da PSP, ligados à investigação criminal, ao trânsito e ao serviço operacional, que foram apoiados por mais dez elementos do comando de Viseu.
A PSP explica que, "com este tipo de intervenções policiais e seus resultados", pretende "contribuir para a diminuição de armas de fogo ilegais" na Cidade de Lamego e consequente segurança pública dos cidadãos
quinta-feira, julho 12, 2007
Artista lamecense expõe pintura no espaço do Museu de Lamego
“Pedras Sagradas” é o tema da Exposição de Pintura da autoria do pintor lamecense José António Gomes Ferreira, disponível até 29 de Julho na galeria de pintura do Museu de Lamego. A Exposição é composta por 29 quadros. As obras expostas perpassam várias fases da vida do pintor de 1985 a 2007.
Nascido em Lamego a 15 de Fevereiro de 1960, José António Gomes Ferreira define-se como um autodidacta. O seu interesse pela pintura remonta aos bancos da escola, onde desenhava cenários e decorações para festas. Começa por desenhos e pinturas para oferecer aos familiares.
Abandona os estudos no 9º ano de escolaridade pela obrigação de assumir responsabilidades familiares. A inspiração assalta-o e sempre que o seu tempo o permite dedica-se à pintura.
Obstinado pela pintura, tem por objectivo licenciar-se de modo a aprofundar os seus conhecimentos e aproximar-se de correntes de expressão plástica contemporâneas. Frequenta actualmente o 12º ano.
José António Gomes Ferreira, depois de 32 anos de paixão pela pintura encara-a como um meio de expressão privilegiado para “moldar sentimentos” e “procurar a perfeição” de modo a que se transforme na sua principal actividade.
Noticia Rádio Douro Sul
Aureliano Carminé
Direitos Reservados
Imagens de algumas das 29 pinturas expostas no Museu de Lamego
Nascido em Lamego a 15 de Fevereiro de 1960, José António Gomes Ferreira define-se como um autodidacta. O seu interesse pela pintura remonta aos bancos da escola, onde desenhava cenários e decorações para festas. Começa por desenhos e pinturas para oferecer aos familiares.
Abandona os estudos no 9º ano de escolaridade pela obrigação de assumir responsabilidades familiares. A inspiração assalta-o e sempre que o seu tempo o permite dedica-se à pintura.
Obstinado pela pintura, tem por objectivo licenciar-se de modo a aprofundar os seus conhecimentos e aproximar-se de correntes de expressão plástica contemporâneas. Frequenta actualmente o 12º ano.
José António Gomes Ferreira, depois de 32 anos de paixão pela pintura encara-a como um meio de expressão privilegiado para “moldar sentimentos” e “procurar a perfeição” de modo a que se transforme na sua principal actividade.
Noticia Rádio Douro Sul
Aureliano Carminé
Direitos Reservados
Imagens de algumas das 29 pinturas expostas no Museu de Lamego
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Futuro Pavilhão Multiusos de Lamego
Fotos gentilmente cedidas por Dr.Ricardo Pereira
O executivo da Câmara de Lamego, liderado por Francisco Lopes, deu a conhecer na passada segunda feira, na Assembleia Municipal de Lamego o moderno Pavilhão Multiusos, que vai dotar a cidade de Lamego e deverá ficar concluido durante o ano de 2008.
O Multiusos de concepção moderna irá respeitar o local e o espaço, enquadrado onde de realiza a feira semanal, no Parque da Cidade.
Durante a mesma Assembleia foi apresentado também o anteprojecto de requalificação do edifício da Câmara de Lamego, espaço envolvente e o Jardim da Republica. A Fonte do Lamego vai regressar ao seu lugar de origem, o jardim. Será mantida a traça da protecção que cerca o Jardim da Republica, o coreto e a estátua do poeta Fausto Guedes Teixeira. O projecto prevê ainda a requalificação da Praça do Comércio e Rua Marquês de Pombal, tranformando-as em zona pedonal.
Os anteprojectos dados a conhecer mereceram a concordância da oposição socialista na Assembleia Municipal quanto ao conceito, ficando para mais tarde a discussão dos custos das obras a realizar
Na mesma Assembleia, durante a manhã, foram discutidos o Plano de Urbanização (PU) e o Plano Director Municipal (PDM) do concelho de Lamego
Noticia Rádio Douro Sul
Aureliano Carminé
Direitos Reservados
Sistema inovador elimina maus cheiros da Etar de Cambres
Os maus cheiros gerados pela ETAR de Cambres, infra-estrutura responsável pelo tratamento das águas residuais de várias freguesias do concelho de Lamego, vão ser eliminados, indo deste modo ao encontro das reivindicações dos moradores da zona envolvente. A empresa “Água de Trás-os-Montes e Alto Douro” vai instalar um sistema inovador de desodorização na ETAR de Cambres e na Estação Elevatória de Adega do Chão que neutralizará os maus odores inerentes a algumas etapas do tratamento de águas residuais domésticas.
Com a instalação do novo sistema ficará definitivamente resolvido o problema do mau cheiro que, por vezes, se verifica nas imediações da ETAR e que tem preocupado as “Água de Trás-os-Montes e Alto Douro” e a Câmara Municipal de Lamego.
Em termos ambientais, esta empreitada também prevê a construção da Estação Elevatória de Lagares e a sua ligação à ETAR de Cambres, incluindo o fornecimento e montagem dos equipamentos electromecânicos, instalações eléctricas e automação. Estes projectos financiados por fundos comunitários, através do Fundo de Coesão, implicam um investimento total de 214.000,00€.
A Estação de Tratamento de Águas Residuais Domésticas de Cambres e a Estação Elevatória da Adega do Chão, em funcionamento desde Agosto de 2006, encontram-se integradas no sistema de Cambres que irá veicular as águas residuais de origem doméstica produzidas nas povoações de Cambres e Rio Bom, nas freguesias de Avões (Avões de Cá e Avões de Lá), Ferreiros de Avões (Bairral, Canelas, Foz de Baixo, Foz de Cima, Morões de Cima, Morões de Baixo, Paço, Trás da Igreja e Varandas), Samodães (Angores, Outeiro, Sampaio, Soutelo) e Penajoia (50 por cento da povoação de S. Geão), concelho de Lamego.
A Estação Elevatória da Adega do Chão efectua a bombagem e gradagem fina dos efluentes que são conduzidos para a ETAR de Cambres. Esta infra-estrutura está dimensionada para servir cerca de 5900 habitantes e o seu esquema de tratamento desenvolve-se segundo uma linha de tratamento baseada num sistema de tratamento biológico por lamas activadas, operado em regime de arejamento prolongado num reactor biológico com a configuração de uma vala de oxidação
Centros de Saúde do Douro Sul vão passar para a ARS Norte

Os hospitais de Oliveira de Azeméis, S. João da Madeira e Santa Maria da Feira fazem, desde ontem, parte da Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte. Até agora dependentes da estrutura do Centro, as unidades foram transferidas no âmbito da reestruturação das ARS, cuja nova lei orgânica gerou mudanças de competências e de áreas territoriais. Além destes transitam também para a ARS de Lisboa e Vale do Tejo o Centro Hospitalar de Caldas da Rainha e os hospitais de Alcobaça e Peniche.
Por concluir está o mesmo processo relativo a centros de saúde, que só deverá estar pronto no final do ano. Passarão para a ARS Norte os de S. João da Madeira, Santa Maria da Feira, Oliveira de Azeméis, Espinho, Castelo de Paiva, Vale de Cambra, Cinfães, Resende, S. João da Pesqueira, Penedono, Sernancelhe, Moimenta da Beira, Lamego, Tarouca, Tabuaço e Foz Côa. A depender de Lisboa ficarão os de Alcobaça, Bombarral, Caldas da Rainha, Nazaré, Peniche e Óbidos.
Território ribeirinho do Douro disponível a 3D na Internet

O território ribeirinho do Douro pertencente aos distritos do Porto, Aveiro, Viseu, Vila Real, Guarda e Bragança vai estar disponível a três dimensões na Internet através do projecto 3D Douro que é apresentado hoje na Régua. Segundo fonte da Autoridade Nacional de Protecção Civil, o secretário de Estado da Protecção Civil, Ascenso Simões, vai estar presente na cerimónia de apresentação do projecto 3D Douro, que decorre a bordo de uma embarcação turística no rio Douro, ao longo do trajecto entre o Cais da Régua - Pinhão e o Cais da Folgosa.
O 3D Douro oferece aos cibernautas uma viagem virtual pelo património natural e cultural do território, a respectiva oferta turística, além da vertente de protecção civil. Através deste programa o cibernauta pode, segundo a fonte, “planear, gerir os recursos, monitorizar, treinar e simular cenários que impõem medidas de segurança, tais como eventos especiais, situações de emergência ou focos de criminalidade geolocalizados”. Será ainda possível efectuar “treino de campo e construção de cenários de contingência baseados na estrutura morfológica e ambiental do território”. Este projecto prevê que possam vir a ser detectadas ocorrências, por exemplo, na linha do Douro ou no leito do rio, de forma a que a intervenção seja o mais rápida e eficaz possível. O acesso ao modelo 3D é possível a todos os cibernautas que disponham do browser Internet Explorer. Os seis distritos envolvidos no projecto estão ligados pelo rio Douro e têm como objectivo promover aquela região, articulando organismos públicos e privados. O projecto 3D Douro foi simbolicamente lançado com a abertura da Presidência Portuguesa da União Europeia
Auto-estrada entre Vila Real - Quintanilha vai ter um separador central de três metros


A futura auto-estrada transmontana vai ocupar cerca de 80 por cento do actual traçado do IP4. Segundo os estudos prévios, apenas 18 por cento do traçado, entre Vila Real e Quintanilha, será inteiramente novo. Está previsto um aproveitamento dos melhores locais.
O engenheiro responsável pelos estudos, António Teixeira, considera que seria uma má opção não aproveitar o actual IP, justificando que a via tem boas condições entre Vila Real e Bragança. A excepção é o troço entre o nó da Amendoeira (Macedo de Cavaleiros) e o Romeu (Mirandela), considerado um ponto negro por lá terem ocorrido vários acidentes de gravidade elevada. Este troço deverá ser corrigido. A ausência de um separador central é a grande falha do IP4. "Tão boa é a estrada que permite grandes velocidades, e por isso acontecem acidentes, também porque não dispõe de um separador central" explicou o projectista.
A futura auto-estrada vai ter um separador central de três metros. Estão previstas algumas alterações e correcções ao actual perfil nenhuma curva vai ter um ângulo inferior a 700 metros e a inclinação máxima será de 5,2 por cento. Todos os cruzamentos vão ser desnivelados e estão previstos 24 nós de acesso no percurso de 132 quilómetros.
O projecto do IP4 entre Vila Real e Quintanilha está em fase de consulta pública da Avaliação de Impacte Ambiental até 2 de Agosto. Os estudos apresentados agradam ao presidente da Câmara de Bragança, Jorge Nunes, uma vez que algumas das ambições da autarquia foram projectadas, nomeadamente um nó de cesso de acesso à zona industrial de Bragança, em Mós. A estrada contornará Bragança pelo Sul, com um nó de acesso entre Samil e São Pedro. O concurso público de concessão deverá ser aberto no primeiro trimestre de 2008, as obras deverão avançar em 2010 e em 2012 a auto-estrada deve ser aberta ao público
terça-feira, julho 10, 2007
Mil pessoas beneficiam do rastreio gratuito em Peso da Régua

Sob o lema “pelo melhor de cada um”, o projecto SMS – Solidariedade Médica e Social esteve em Peso da Régua de 02 a 06 de Julho. Os objectivos desta iniciativa em Peso da Régua foi chegar, de uma forma gratuita e humana, a pessoas que por razões geográficas ou sociais estejam fora do núcleo urbano e que tenham necessidades básicas de cuidados de saúde.
Atendendo à necessidade do reforço na educação e informação das populações sobre Cuidados Básicos de Saúde e Acções de Rastreio, valorizando a prevenção e detecção precoce de doenças que podem comprometer a qualidade de vida das pessoas, a Câmara Municipal do Peso da Régua e a TECNIFAR, levaram a cabo, de 02 a 06 de Julho, uma acção de rastreio em dez freguesias do concelho. O resultado prático aponta para cerca de 1000 reguenses a quem foram prestados cuidados de saúde.
De 2 a 6 de Julho, a TECNIFAR, no âmbito do Projecto Solidariedade Médica Social, deslocou cerca de trinta profissionais de Saúde, médicos, técnicos e enfermeiros, para o concelho de Peso da Régua, onde durante uma semana, junto das freguesias de Canelas, Covelinhas, Fontelas, Galafura, Poiares, Moura Morta, Loureiro, Sedielos, Vinhós e Vilarinho dos Freires, efectuaram acções de sensibilização para a higiene oral, exames de visão em crianças e adultos; rastreios de diabetes, hipertensão, colesterol e triglicéridos, medições de monóxido de carbono do ar expirado, electrocardiogramas e espirometrias.
No âmbito desta iniciativa, a Câmara Municipal do Peso da Régua além de divulgar e co-promover o projecto ao nível do concelho, desenvolveu um trabalho de parceria com o Centro de Saúde local, que permitiu atempadamente fornecer dados importantes sobre a população a rastrear. Além disso, o Município coordenou a logística da acção com entidades locais como as Instituições de Solidariedade Social, o Agrupamento Vertical de Escolas do Peso da Régua, o Colégio Salesiano de Poiares, o Centro de Saúde e as Juntas de Freguesia-alvo.
Por forma a garantir o acesso ao rastreio às populações mais distantes do local de realização, a Câmara Municipal do Peso da Régua criou uma rede de transportes, que viabilizou a deslocação das pessoas.
Por seu lado, a TECNIFAR – Indústria Técnica Farmacêutica financiou os custos inerentes à acção, tendo igualmente sido responsável pela constituição da equipa de profissionais de saúde, que de modo exemplar efectuou um trabalho de suma importância junto da população reguense, permitindo um diagnóstico de patologias que irão agora ser acompanhadas pelo Centro de Saúde do Peso da Régua e pelo Médico de família de cada um dos utentes rastreados. Para que o trabalho iniciado com o rastreio possa ser continuado, a TECNIFAR disponibilizou as fichas do utente a cada Médico do Centro de Saúde, uma união de esforços e meios, dos quais depende agora um futuro com melhor saúde no concelho de Peso da Régua

Sob o lema “pelo melhor de cada um”, o projecto SMS – Solidariedade Médica e Social esteve em Peso da Régua de 02 a 06 de Julho. Os objectivos desta iniciativa em Peso da Régua foi chegar, de uma forma gratuita e humana, a pessoas que por razões geográficas ou sociais estejam fora do núcleo urbano e que tenham necessidades básicas de cuidados de saúde.
Atendendo à necessidade do reforço na educação e informação das populações sobre Cuidados Básicos de Saúde e Acções de Rastreio, valorizando a prevenção e detecção precoce de doenças que podem comprometer a qualidade de vida das pessoas, a Câmara Municipal do Peso da Régua e a TECNIFAR, levaram a cabo, de 02 a 06 de Julho, uma acção de rastreio em dez freguesias do concelho. O resultado prático aponta para cerca de 1000 reguenses a quem foram prestados cuidados de saúde.
De 2 a 6 de Julho, a TECNIFAR, no âmbito do Projecto Solidariedade Médica Social, deslocou cerca de trinta profissionais de Saúde, médicos, técnicos e enfermeiros, para o concelho de Peso da Régua, onde durante uma semana, junto das freguesias de Canelas, Covelinhas, Fontelas, Galafura, Poiares, Moura Morta, Loureiro, Sedielos, Vinhós e Vilarinho dos Freires, efectuaram acções de sensibilização para a higiene oral, exames de visão em crianças e adultos; rastreios de diabetes, hipertensão, colesterol e triglicéridos, medições de monóxido de carbono do ar expirado, electrocardiogramas e espirometrias.
No âmbito desta iniciativa, a Câmara Municipal do Peso da Régua além de divulgar e co-promover o projecto ao nível do concelho, desenvolveu um trabalho de parceria com o Centro de Saúde local, que permitiu atempadamente fornecer dados importantes sobre a população a rastrear. Além disso, o Município coordenou a logística da acção com entidades locais como as Instituições de Solidariedade Social, o Agrupamento Vertical de Escolas do Peso da Régua, o Colégio Salesiano de Poiares, o Centro de Saúde e as Juntas de Freguesia-alvo.
Por forma a garantir o acesso ao rastreio às populações mais distantes do local de realização, a Câmara Municipal do Peso da Régua criou uma rede de transportes, que viabilizou a deslocação das pessoas.
Por seu lado, a TECNIFAR – Indústria Técnica Farmacêutica financiou os custos inerentes à acção, tendo igualmente sido responsável pela constituição da equipa de profissionais de saúde, que de modo exemplar efectuou um trabalho de suma importância junto da população reguense, permitindo um diagnóstico de patologias que irão agora ser acompanhadas pelo Centro de Saúde do Peso da Régua e pelo Médico de família de cada um dos utentes rastreados. Para que o trabalho iniciado com o rastreio possa ser continuado, a TECNIFAR disponibilizou as fichas do utente a cada Médico do Centro de Saúde, uma união de esforços e meios, dos quais depende agora um futuro com melhor saúde no concelho de Peso da Régua
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